quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

SINTRA: A QUESTÃO DE MERECERMOS RESPEITO

Há poucos dias, alertámos um Responsável autárquico para os perigos que corriam pessoas e bens pelo estado de um muro na Calçada de Santa Maria.



Com efeito, quem passe por baixo (na Rua Bernardim Ribeiro) ou alguma criança que se debruce, corre sérios riscos de poder ser atingida pela derrocada do muro.

O ocorrido visto da Calçada de Santa Maria 

O que sucedeu? Há quatro meses, uma condutora, ao fazer inversão de marcha na Calçada, bateu no centenário muro e derrubou-o sobre a Bernardim Ribeiro.

Rapidamente os pedaços do muro foram retirados da Rua (que tem muito tráfego), mas na verdade ninguém mais tomou as medidas adequadas à reparação do perigo.

Uma postura de respeito

Recebemos agora do Gabinete do Vereador Dr. Domingos Quintas o seguinte e-mail: 

"No seguimento de sua comunicação sobre estado de muro, sito na Rua Bernardim Ribeiro, frente ao nº 10, Sintra, incumbe-me o Sr. Vereador Domingos Quintas de informar V. Exa, após análise e avaliação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Sintra, o assunto foi remetido à Divisão de Intervenção Espaço Público1/ Departamento de Obras Municipais e Intervenção no Espaço Público, para que promova a reparação do paramento.

Gratos pelo seu contributo."

Ao registarmos a correcção da resposta, sentimos que na nossa Câmara Municipal ainda podemos contar com quem considere os alertas dos munícipes.

Assim se deve construir uma sociedade melhor.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

SINTRA: SR. PRESIDENTE...VAMOS FALAR DA VILA HISTÓRICA?

Que pensará da Vila Histórica?

Vou dirigir-me directamente ao Presidente da Câmara de Sintra, Basílio Adolfo de Mendonça Horta da Franca, porque há limites políticos para tudo.

Ao longo dos tempos, têm chegado a Sua Excelência informações sobre a degradação do Centro Histórico, preocupações sobre abusos inconcebíveis. 

A Rua dos Arcos espelha a inércia de Sua Excelência, pelo degradante aspecto, nojento, escuro, perigos vários, sem que haja notícias de empenho para resolver.

Há dois dias estava assim...

Em 11 de Dezembro de 2018  estava assim

Que liga Sua Excelência ao que os cidadãos, sintrenses que vivem a Sua Vila, lhe expõem e manifestam com toda a confiança de que é capaz de resolver? 

Árvore que morreu. Porquê? 

Sua Excelência entenderá que é assim que assume as responsabilidades de Edil em Sintra, Vila com História de centenas de anos e deve ser valorizada?

Como é possível que Sua Excelência, face à denúncia da árvore envolvida por plástico, morta à sede, com cozinha artesanal, não tomasse logo medidas?

Que leva Sua Excelência (sou do tempo em que era passada a imagem do politico tão rigoroso que fazia meditar) a manter este desrespeito em plena Vila?

Que visões políticas tem Sua Excelência?

Ainda ontem, no Valenças, com envolvimento da Câmara, decorria uma "Acção de Esclarecimento ao Tecido Empresarial de Sintra sobre o Mercado do Senegal".


Será que para Sua Excelência o Centro Histórico de Sintra, protegido pela UNESCO, é uma preocupação secundária, sem justificação para acções dignas do local?

Sua Excelência não é capaz de encontrar quem agarre o Centro Histórico, o trate com a dignidade exigida pelos sintrenses e se prestigie junto de visitantes e turistas?

Parece que Sua Excelência tem uma opção (confusa quanto a nós) por "Conselhos" de diversas composições, mas não precisaria deles se visitasse os locais. 

O que se passa não envergonha só os municipes que amam Sintra, envergonha as práticas políticas que se alheiam - como é o caso - dos problemas locais. 

Poderia apresentar a Sua Excelência mais casos, que ficarão para depois, mas estes - pelo tempo e pela frequência das denúncias - ultrapassa tudo. 

Isto não é caminho nenhum...

Sintra não merece isto. 


terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

SINTRA: SERÁ QUE HÁ SINALIZAÇÃO PIRATA?

Sinalização pirata? Quem a controla?

Em tempos falou-se neste blogue sobre a sinalização instalada num pequeno caminho privado entre o Adro de Santa Eufémia e o Largo da antiga Pousada.

Tal sinalização, embora desse imagem, não beneficiava - no seu verso - daqueles números que a autenticam como oficialmente aprovada pela Câmara Municipal. 

Hoje, fomos confrontados com outra sinalização do mesmo tipo, o que nos levanta a suspeita de ter sido à revelia da Câmara que surgiu um sinal de trânsito. 

Não vamos já mostrar o dito sinal, que nada tem no seu verso...

Ruas Eduardo Vanzeller e das Murtas, sentido único, descendente

No mapa camarário, estas Ruas mantêm o sentido descendente, aliás o que razoavelmente será recomendado. Antes, há uma placa, com seta: 


Mais abaixo, uma outra avisa o perigo de derrapagem...


Depois...outra, que dá indicação de sentido...


Segue-se outra, junto à Quinta das Murtas, que confirma a direcção da circulação...


Do outro lado desta via, uma placa oficial é categórica: SENTIDO PROIBIDO

foto retirada do Google Maps mas que ainda hoje tinha o sinal

Entretanto, esta manhã, uma coisa estranha: uma viatura junto ao portão superior da Quinta das Murtas, fazia manobras e foi subindo a via que devia descer...

Antes tinha sido um motociclista a fazer o mesmo trajecto...

Fui ver...

Não é que, mais cima, bem antes do entroncamento com o Largo Sousa Brandão, está lá colocado um sinal de "seguir em frente ou para a direita"? Vejamos melhor:


Obviamente que este sinal se destina a quem sobe a Rua 

Este sinal não exibe, no seu verso, a identificação camarária de registo. 

Fica-nos várias dúvidas: Quem colocou o sinal? A quem pode servir? E quem responde pelas consequências de um acidente causado por quem sobe?

Deixamos essa matéria para a Câmara Municipal e União de Freguesias apurarem, certamente com urgência, antes de algum acidente grave. 

Estamos em crer que não foram serviços camarários a colocar o sinal...

Mas que está lá...isso está...e há carros a subir onde deveriam descer.

Em Sintra há cada uma...






sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

SINTRA: TUDO SE ARRASTA...ATÉ A EDP DEIXA ANDAR


A foto acima reflecte o entusiasmo pela passagem do Ano de 2018 para o ano 2019, quando pela madrugada do Novo Ano duas jovens se encontraram com o poste.

Não consta que o poste estivesse ébrio ou, com o entusiasmo próprio, tenha ido para o meio da Rua Humberto Delgado, na Abrunheira, comemorar. 

O poste, certamente precisava de se deitar e, com a ajuda de uma viatura ligeira, numa ajuda forte ficou no estado que mostramos. 

Até aí, tudo bem, porque os postes também se derrubam e, por isso mesmo, as ruas entram naquele prazer da escuridão, na poupança de energia até. 

De tal forma que, em tempos, pedimos a intervenção de pessoa Amiga que, pelo que sabemos providenciou para que a situação fosse reposta. 

Decorrido mais de um mês, naquele espaço, tem-se mantido a recordação de que ali havia um poste de iluminação, com o cabo eléctrico adormecido num invólucro. 


Como a EDP é célere...como todos nós, graças aos cuidados com a iluminação pública, de vez em quando temos estes momentos de escuridão. 

Hora a hora, a EDP piora...deixando aquele espaço sem a devida iluminação.

É o deixa andar a tomar conta de tudo...a falta de respeito público.