quarta-feira, 13 de novembro de 2019

CHEIRA A NATAL EM MUNIQUE

Cumprindo o habitual rigor na Calendário, ontem ao fim da tarde chegou à Marienplatz, em Munique, mesmo em frente à Rathaus, a árvore de Natal 2019.

Foi imediatamente colocada no local onde ficará até ao último dia dos Mercados de Natal, que este ano serão inaugurados a 27 de Novembro, pelas 17 horas.

Agora mesmo a árvore imponente com quase 15 metros, já satisfaz a ansiedade por estes dias tão festivos, de encontro de Amigos e partilha de momentos felizes.

Há momentos era grande a azáfama 

Está a ser decorada com 3000 lâmpadas e, dia 27, o respeitado Burgomestre Dieter Reiter, na Varanda da Câmara, fará breve intervenção e acenderá a Árvore. 

A honra de oferecer a árvore coube ao distrito de Freyung Grafenau, cujas florestas fazem fronteira com a República Checa. Tem quase 1000 km2 e 80.000 habitantes.

Até ao Natal serão centenas de milhar as pessoas que passam pela Marienplatz, que compram recordações e adornos da Natal para as suas casas.


Milhares - debaixo de chuva ou neve - esperam pelo Carrilhão representar a História de Munique desde 1568 com o casamento de Gulherme V e Renata de Lorraine. 

São dias de festa, onde se bebe glühwein ou as crianças bebem Kinder-Punsch sem álcool  e feito com sumo de uva um ginja.

Os comerciantes fazem nessa época uma significativa receita financeira, que os ajuda no resto do ano.

Como sempre, sem ilusionismos, cumprindo os 14 dias antes da Inauguração, a árvore é o símbolo da sociedade organizada que se preocupa com Pessoas.

Cheira a Natal em Munique. Que maravilha. 




terça-feira, 12 de novembro de 2019

SINTRA: BASÍLIO HORTA VIRÁ A PROMETER BICICLETAS?

De uma página deste blogue, publicada em 9 de Fevereiro de 2018 (por favor clique para rever)  retirámos um pedaço, suficiente para conhecermos Sua Excelência. 

"
A "opção" bicicleta ao gosto de Basílio Horta

Se não bastasse quanto sofremos, ainda Sua Excelência, que se desloca para e de Sintra em confortável viatura, parece recomendar, por afirmações, o uso da bicicleta.

Mas uso para quê e para quem? 

Vejamos um curioso uso autárquico em Sintra, fora do preconizado que não satisfará os desejos de Sua Excelência: - Lúdicos, mobilidade saudável e económica.


A pé ou de bicicleta pela Volta do Duche...a cinza pelo Parque da Liberdade

Neste belo trajecto, a pé ou de bicicleta, Sua Excelência e seus Acompanhantes teriam 500 metros de saudável e arejado convívio, experiência inolvidável, visitando e vendo o estado em que se encontram os Parques da Liberdade e dos Castanheiros.

Seria mais. Seria a passagem à prática das recomendações ciclísticas...

O tempo - sabemos que precioso para Sua Excelência - não constituiria uma assim tão grande preocupação, já que poderia cumprimentar alguns artistas locais. 

Em contradição - sabemos que nos perdoará - porque permite Sua Excelência um trajecto com mais de 2 quilómetros para acessos - em viatura - ao Valenças?

Trajecto Paços do Concelho ao Palácio de Valenças por automóvel

Com a dinâmica ciclista de Sua Excelência (por favor clique) todos pedalavam para o trabalho, pela Várzea serra acima, com imagens correndo mundo, convergindo a Sintra milhões de bicicletas, tornando-nos o Reino das Mesmas...ainda sem Rei.

Jovens ou mais idosos, debaixo de chuva ou ao frio, sujeitos às intempéries, diariamente, dia ou noite, antes ou depois de um dia de trabalho, teriam a suprema realização de pedalar - e suar - subindo ou descendo os caminhos de Sintra.

E se Sua Excelência, na viatura que o transporta, os lobrigasse, não deixaria de lhes dar a salvação, o estímulo para pedalarem cada vez mais pela vida fora.

Percebe-se, então, como se torna difícil resolver os problemas da mobilidade e acessibilidades dentro do concelho de Sintra. 

Principalmente, porque as sociedade evoluem, a vida moderna é mais exigente, os períodos laborais são mais largos, mas tudo vai ficando na mesma. 

Ao menos que os responsáveis se sintam bem. Que pedalem... 

Talvez estejamos perante uma crise de pedais, permitindo que se fala em "passes metropolitanos" por um lado e bicicletas por outro...sem soluções.

Ora bolas! 


Sintra não merece isto."

 🔃

A pequenez autárquica com ciclovias na cartola

Não caros leitores, não estamos a falar de anões, estamos a falar do ilusionismo pensante, da tentativa de manipulação, da prática dos educadores.

Prometem-se pedaços de ciclovias para "incrementar a mobilidade e a segurança rodoviárias" e "acesso pedonal" para "atravessar o IC19" e nos meterem no Alegro.

O mesmo político que há vários anos não consegue recolocar a passagem pedonal sobre a linha férrea e que ligaria a Rua Heliodoro Salgado ao parque da Portela.

Enquanto vai cicloviando a candidatura para 2021, Basílio Horta - utente do Metro de Lisboa na campanha eleitoral - alheia-se dos transportes em Sintra.

São evidentes as poucas preocupações com os incómodos por que passam os utentes dos transportes públicos, pois se as tivesse já teria resolvido. 

Um só exemplo na mais populosa freguesia sintrense, onde pessoas - insistimos pessoas - desesperam à espera de transportes, desprotegidas das intempéries.

 Mem Martins: Junto à estação da CP, às vezes uma hora de pé, à chuva, ao vento

Os responsáveis pelos transportes em Sintra, por respeito pelas pessoas, já deviam ter resolvido, há muitos anos, este incómodo junto à estação de Mem Martins.

AS soluções de mobilidade das populações não se resolvem com bicicletas...

Solução urgente para os transportes...

Vítimas da sentida indiferença dos autarcas responsáveis pelos maus transportes que servem Sintra, outros castigos vão surgindo aos utentes. 

Com razoável frequência, os comboios atrasam-se ao longo do trajecto porque alguns revisores, em vez de darem a partida, continuam fiscalizando os bilhetes.

Sucede, então, que a longa espera dos maquinistas, se reflecte na chegada atrasada às estações, implicando que às vezes se percam ligações a autocarros. 

Por sua vez, ao contrário do que seria razoável, como os horários dos transportes rodoviários não são ajustados aos comboios, os utente são disso vítimas.

Pior, contra tudo o que é praticado pela Europa fora, não são conhecidas situações em que os motoristas (vendo o comboio) fiquem à espera de passageiros...não...

...É vê-los arrancarem à pressa, não vá alguém ainda correr para o apanhar....

E tudo isto se passa e agrava no dia a dia, sem que políticos competentes assumam de uma vez por todas a defesa da efectiva mobilidade das populações.

Depois, ciclicamente, inventam-se ciclovias...boas obras para quem as faz...

Ficamos à espera de, por altura das eleições, se prometerem bicicletas...

Até quando Sintra se manterá assim?


sexta-feira, 8 de novembro de 2019

SINTRA E A EMBUSTICE COM FÍFIAS ALVISSAREIRAS

Às 7:19:45 h de hoje estava assim o local...qual ponte?

No início de 2018, a aldrabice alvissareira anunciava - com a intimidade da autorização - que a ponte pedonal sobre a via férrea seria reposta "brevemente".  

E, de tal forma surgiam as "Alvissaras" (com foto da ponte que já não existia), que muitas pessoas julgavam já ter sido instalada naquela zona da Estefânia.

Tão imprópria e desonesta manipulação mereceu umas notas em 16.11.2018 (por favor clique) ficando-se à espera que alguma vergonha atingisse os anunciantes.

Infelizmente, a vida veio a mostrar que as regras de seriedade, da verdade e respeito pela palavra, da responsabilização colectiva pelo dito se arredam de muita gente.

O que leva alguma gente a tal? Entende-se mas nem se compreende nem se aceita, porque é um mau exemplo para os vindouros que devem saber da dignidade.

O que foi escrito acaba por nos envergonhar a todos, a todos os cidadãos que, gostem ou não dos políticos que nos governam, exigem um mínimo de seriedade.

Estamos em crer que o invocado autorizador não terá mesmo dito tal coisa pois isso exigiria a sua demissão por falsas declarações...

Mas "Fífias alvissareiras", na desafinação musical de especialistas são embuste.  

Fica o registo.

Ajustem entre eles quem aldrabou - com a devida intimidade da autorização.

SINTRA NÃO MERECE ISTO...NEM SE PODE VIVER NISTO!




Este é uma velha preocupação já aqui exposta em 17 de Dezembro de 2013 (por favor clique) e em 30 de Julho de 2019 (por favor clique) 





quarta-feira, 6 de novembro de 2019

SINTRA: BASÍLIO HORTA, A OBSESSÃO PELO "INVESTIMENTO"...

"Rigorosos, temos, no Turismo, um objectivo de rigor e excelência", Basílio Horta 

No lote de entrevistas que espalham virtudes do político Basílio Horta, fomos repescar uma de 6 de Agosto de 2018, pobre de seiva para a comunidade sintrense. 

Merece leitura a "Diplomatic Magazine" que conta "com um conjunto de colunistas e colaboradores de reconhecido mérito no mercado nacional e internacional".

Sem Ficha Técnica de suporte parece estar disponível para contactos...que não se conseguem, pois havia matéria que poderia clarificar o que foi escrito. 

CONTACTOS Para mais informações, preencha o formulário abaixo: 
([contact-form-7 id=”1950″ title=”Contact form 1″]

Todavia, o "formulário abaixo" não funciona para a indispensável ligação.  

As políticas de Basílio Horta

Numa revista com tal âmbito, Basílio Horta surge em foto sobreposta ao Palácio Nacional de Sintra (sem gestão ou responsabilidade camarária) e fala de investimentos e turismo. 

A peça "By VICTOR SALES GOMES" que terá sido de respostas escritas, surgiu a 6.8.2018,  quando Sua Excelência complicava a vida de sintrenses e turistas com más "soluções no trânsito".

Falou Sua Excelência de "prudência e delicadeza"(...)"adequadas à monumentalidade de Sintra"...e..."Rigorosos, temos, no Turismo, um objectivo de rigor e excelência".

Aludiu - sem citar suporte credível - à nacionalidade dos visitantes. Sabe dos que chegam de comboio? Dos trazidos por operadores? Dos que só vão à Serra?

A quem iludirá Sua Excelência?

A entrevista não apresenta contornos de espontaneidade já que Basílio Horta não diria tudo tão bem arrumadinho se um entrevistador fizesse perguntas pelo meio.

Teve, certamente, um objectivo de propaganda que, usando a imagem turística de Sintra, conduza a que investidores estrangeiros explorem o nosso território.

"Rigorosos, temos, no Turismo, um objectivo de rigor e excelência" escrito de Sua Excelência que não tem correspondência na vida real de Sintra.

Quatro (4) vezes falou em "Turismo residencial" sem explicar o que é, numa mistura com "resorts e unidades hoteleiras" "adequadas à monumentalidade de Sintra".

Falou também Sua Excelência em "Logística" sem indicar de que tipo.

Não disse, ao citar "Projectos de Relevante Interesse Municipal", a quanto ascendem os benefícios já concedidos em impostos e que benefícios Sintra obteve.

Pode inferir-se que Sua Excelência parece obcecado em ceder Sintra aos retalhos pelo "investimento"(13 vezes dixit) e "custos de contexto" do "licenciamento".

Em 2014 (p.f.clique), dizia Basílio Horta do Plano da Abrunheira-Norte: "um dos investimentos mais importantes que Sintra teve, senão o mais importante".

"Segundo a autarquia, o investimento ronda os mil milhões de euros e serão criados 600 postos de trabalho"(Público de 23 de Outubro de 2014).  

Do habilidoso teve que nunca teve, aos dias de hoje, começou a ver-se o político.

É a politica do palavreado sem suporte, desajustado a projectos que não se vêem nem nos permitem ajuizar da compatibilização de intenções com a prática seguida.

Sua Excelência é o exemplo politico do lançador de foguetes para o ar antes de tempo sem que, ao menos, se vejam as canas cair ou as obras surgirem.

Passado este tempo é difícil iludir o que não  tem feito por Sintra e seu Turismo.

Turismo: Mais de um ano depois da entrevista

As alterações feitas no trânsito - segmento determinante - têm motivado alguns operadores turísticos a optarem por outros destinos acessíveis, que não Sintra. 

Pessoas singulares, chegam e abalam desiludidas com o pandemónio criado.

A inacreditável confusão existente na zona da Estação da CP desacredita Sintra, sem que Sua Excelência tome as medidas adequadas e que nos prestigiem. 

Como é possível falar em Turismo sem recuperar o Centro Histórico? Ou oferecendo aos visitantes instalações sanitárias insuficientes e desadequadas?

Instalações precárias em Zona de resguardo de trens
   
Será que Sua Excelência é frequentador destas instalações sanitárias públicas? Achará que são compatíveis com a respeitabilidade que o destino Sintra exige?

Era isto que Sua Excelência deveria ter dito à "Diplomatic Magazine" e o que ia fazer para adequar ao prestígio de Sintra a qualidade na recepção aos visitantes.

Deveria, ao invés, explicar porque investiu mais de 140 milhões de euros na banca em vez de os aplicar no bem estar e qualidade de vida dos donos: os munícipes.  

Sintra tem fortes razões para estar farta das promoções políticas de Sua Excelência.

Sintra não merece isto.