sexta-feira, 2 de março de 2018

CASCAIS, INICIATIVA QUE TRANSCENDE A PROTECÇÃO CIVIL

Iniciativa exemplar em Cascais

Por iniciativa do Pelouro da Protecção Civil da Câmara Municipal de Cascais, decorre - até ao próximo Domingo no CascaisShopping - a Semana da Protecção Civil.



Sendo louvável a divulgação dos meios para salvaguarda das populações, homenageiam-se os envolvidos e pratica-se uma qualificada Acção Cultural.


Crianças atentas a Pessoas Credíveis, uma Lição para a vida 

É uma interessante iniciativa de "Proximidade" que deveria ser seguida por congéneres cujos conceitos de proximidade e defesa pública serão bem diversos.

Escutar pessoas credíveis...

Ao longo do dia pudemos observar centenas de crianças que, muito atentamente, longe da manipulação dos média, escutaram Aqueles que se dedicam inequivocamente à protecção das pessoas em casos de segurança publica.


Demonstração que entusiasmou as crianças,  a cargo da Unidade Especial de Polícia

Com que atenção as vimos. Com que alegria houve partilha mútua de simpatia. Como ficámos felizes por observar o interesse dessas crianças junto das autoridades.

Escutando as funções do SEF

Foram Pessoas Credíveis, gente do Povo sério que vive para o colectivo e não para as suas promoções pessoais, que - como só elas sabem - falaram às crianças.

Momentos de perfeito entrosamento e alegria entre a GNR e as crianças.



Outras forças com funções determinantes para o organização das estruturas de socorro:


A PSP, nomeadamente normalização do tráfego

A GNR

A Polícia Marítima

Lá estão os Bombeiros, estrutura fundamental na prestação de socorros, não só em casos de calamidade como nos socorros do dia a dia. 



Viatura dos Bombeiros de Alcabideche

Por fim o notável apoio que nestas emergência é dado pelos rádio-amadores, fazendo chegar informações aos mais distantes sítios e completando as redes saturadas. 


Inequivocamente Cascais marca o Ruma da convivência entre forças policiais, de socorro e as populações, formando as crianças para o seu futuro.

Até Domingo, quem tomar o caminho do CascaisShopping com as suas crianças irá partilhar momentos de felicidade que recordarão no futuro.

Esta Organização transcende a sensibilidade para a Protecção Civil, constituindo, sem dúvidas, uma grande jornada Cultural. 

Não esqueçamos...as nossas crianças...são o nosso futuro!

Nota: Depois desta publicação, verificámos que ainda nos falta a a Polícia Municipal de Cascais, pelo que apresentamos as nossas desculpas: 

No espaço da Polícia Muncipal

As imagens publicadas faziam parte de um filme que, por ter tamanho excedente, não permitia a sua publicação. Recorremos a fotos desse filme e...falhámos. 

O nosso pedido de desculpa pelo lapso. 


SINTRA: PROTECÇÃO DE UTENTES NO TERMINAL DA PORTELA

Há coisas que, em condições normais, saltariam aos olhos mais desatentos, pelo menos se vocacionados para cuidarem do conforto e direito dos cidadãos.

A imagem é de 27 de Fevereiro de 2018, dia chuvoso no chamado Terminal da Portela, onde esperam os passageiros dos transportes públicos rodoviários. 

(Pára um carro suportado pelos munícipes: - Desce uma senhora que teve melhor sorte que as anónimas que fizeram trajectos debaixo de chuva. Eram 17,12 horas.)

   
Os responsáveis camarários e outros que viajam em viaturas que os munícipes suportam...e até por isso) já deveriam ter notado que a cobertura do Terminal rodoviário é totalmente desajustada da protecção e conforto que os utentes merecem.

Mas que importa isso, se não são eles a sentirem na pele os incómodos?

A cobertura, ao nível da que protege a gare da estação da Portela, pela altura e pela sua implantação, de forma alguma protege quem ali tenha de esperar por transporte.

A chuva e o vento forte fustigam quem ali se veja obrigado a esperar, exigindo-se que os passageiros tenham abrigos adequados enquanto esperam.

Mas tais preocupações não são uma obrigação de quem é eleito para gerir um território? Ou o exibicionismo politico apenas se justifica em certos campos?

A imagem mostra bem aquilo a que os utentes - os que pagam o seu transporte e vêm os carros que suportam serem usufruto de outros - estão sujeitos.

E querem que se diga bem? Que estejamos contentes? Que haja quem expresse louvações? Gerir bem é uma obrigação e essa obrigação é para cumprir.

É estar atento à logística das pessoas, às respostas adequadas para a segurança e bem estar nas estruturas que fazem parte de uma sociedade organizada.  

Sintra não merece isto.



Uma nota: A carreira 460 acabou de sair da paragem e rodou pela placa. Uma jovem, correndo debaixo de chuva e sem resguardo aproximou-se da passadeira pelo que a viatura parou. Pediu-lhe para entrar...o autocarro abalou sem a recolher. 

É certo que estava a 10 metros da paragem...que rigor...









  

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

SINTRA: AVISO DE UM PERIGO, "ARRASTÃO" CANINO


Ontem, por volta das 17 horas, quem passou no entroncamento da EN9 com a Rua das Cevadinhas (liga a Escola Nacional de Bombeiros ao Ramalhão) teve uma visão de perigo eminente para quem ali passasse a pé e de danos nos veículos. 

Uma matilha com cerca de duas dezenas de cães semi selvagens, saiu do arvoredo junto a um alcunhado parque de estacionamento e, talvez pela chuva, vieram "manifestar-se" entre viaturas, ameaçando atirar-se a quem abrisse vidros. 

Este o parque que dignamente a Câmara disponibiliza para viaturas turísticas

Naquela mata, por detrás destas viaturas, ao longo dos anos têm-se juntado animais perdidos ou abandonados que alguém alimenta, facto que não preocupará a Câmara, entusiasmada entre ciclovias ou estacionamentos pagos em locais históricos.

De tal "arrastão" ficámos impedidos de tirar fotos porque estando a chover tornava-se perigoso abrir os vidros, tal a ameaça que nos rodeava, com cães de variados portes e todos fortemente agressivos. 

Ficámos preocupados porque nesse mesmo local passam, a certas horas, pessoas que a pé se destinam à ENB ou dela se dirigem para as paragens de autocarro.

Será que nos Serviços Camarários, até sanitários, ninguém sabe disto? Que pena Sua Excelência não dar uma voltinha pelo local, a pé, fazendo prospecção.   

Fica o AVISO, para que pessoas e bens sejam defendidos urgentemente. 

Sintra: Concelho de "importação" de canídeos

Há anos, escutando-nos os Autarcas com o devido respeito, merecendo a valorização dos alertas, colocámos este problema numa sessão camarária, pois em Sintra entram animais abandonados ou perdidos e que chegam vindos dos Concelhos vizinhos.

De outra vez, escrevemos sugerindo uma linha gratuita (800 xxx xxx), por exemplo no canil, que funcionaria em dois sentidos: Informação sobre animais que se notam perdidos e tentativas de localizar animais cujo controlo os donos perderam. 

Tal sugestão não mereceu nada,,,talvez ficasse demasiado cara, talvez uma chatice. 

É por isso, pela forma como também os animais são tratados, que podemos avaliar a qualidade da sociedade onde estamos inseridos. 

Ficamos, pois, à espera de uma exemplar acção camarária, a ser - estamos certos - enaltecida pelos meios adequados, mas que salvaguarde a saúde pública. 

Sintra não merece isto. 


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

SINTRA...CÂMARA SABE DOS PORTÕES EM SANTA EUFÉMIA?

Durante dezenas e dezenas de anos, Santa Eufémia foi, além de um espaço de Culto, também um lugar de portas abertas à fé e a quantos lá gostavam de aceder. 

Era um local de liberdade. Pode dizer-se - pela história de como lá se comemorava o 1.º de Maio - que no respeito pelo povo, se gostava dele limpo de lixo e de fascistas. 


Mirante, construído pela Comissão de Melhoramentos de Santa Eufémia com ajuda da Comissão Administrativa da CMS de 1976

"Santa Eufémia da Serra - Berço Histórico de Sintra" todos os dias com flores viçosas 

Na época, aceder ao Largo da antiga Pousada, aos Banhos de Santa Eufémia e a um portão da Parques de Sintra - Monte da Lua, fazia-se pela Rua Miguel Torga.

Porém, a vocação expansionista da Parques de Sintra (já sem Monte da Lua), levou a que acessos privados e de fornecedores se fizessem pelo tal portão do Largo...

...Mas como? Se a Rua Miguel Torga era tão estreita? Alargá-la? 

Quase sem percepção das populações, fora dos terrenos da Parques de Sintra, construiu-se uma via entre o Largo de Santa Eufémia e o Largo da Pousada.

Nessa altura, uma entidade indeterminada (não vimos...por isso não podemos dizer) permitiu-se na colocação de sinais de trânsito sem aprovação camarária...

O Adro da Igreja foi-se convertendo num espaço de passe, com viaturas a passarem com inacreditável frequência, numa devassidão imprópria de um Local de Culto.

Escrevemos sobre o tema no Jornal Cidade Viva (21.7.2009) e fomos recuperando neste blogue, tendo de novo abordado em Abril de 2015 (por favor clique).

Quem manda neste território?

Devagarinho, com passinhos suaves, aquele local de portas abertas ao sossego e à meditação, passou a outro nível, ao regime de quase exclusividade...

Com a oferta de uns bancos para merendar, montaram-se dois portões para impedir a entrada, certamente de intrusos, que não se destinem à Parques de Sintra.

O primeiro portão ainda na Rua de Santa Eufémia, via pública. A Câmara licenciou?

Coloca-se aqui a primeira questão: - Este portão está numa via pública, antes da entrada para a zona do Adro. Quem autorizou a tal montagem? 

Depois, dentro do Adro, a via construída quase em segredo, também beneficiou de um portão, junto ao qual foi aposta sinalização. 

Sob o sinal de proibição: - "Excepto veículos PSML e veículos prioritários"

No verso dos sinais, nenhuma alusão à aprovação pela CMSintra

Como é possível as estruturas eclesiásticas permitirem que no seu território, no seu espaço patrimonial, se façam coisas e atitudes destas?

Note-se: - O acesso à herdade da Parques de Sintra sempre foi garantido pelo portão que a mesma tem junto ao final de Rua de Santa Eufémia...e mantém encerrado.  

Qual a posição da Câmara neste domínio?

Vamos a ver: - A Câmara Municipal mantém-se alheia a estas modificações numa via pública? Autoriza o fecho de uma Rua feito por qualquer entidade? 

E depois, a devassidão perpetrada num espaço que era de caminho pedonal entre o Adro e a a antiga Pousada, abrindo nele uma caminho que foi asfaltado?

Agora qualquer entidade procede desta forma, cria condições para se mostrar com poderes  para efectuar o que muito bem sirva os seus interesses?

Obviamente se a Parques de Sintra precisava de mais fáceis acessos teria de falar com a Câmara, eventualmente colocando sinais alternados na Rua Miguel Torga.

Agora, como será em caso de emergência grave que se acede rapidamente ao local estando a via fechada pelo pesadíssimo portão?   

A Câmara não se pronuncia? Não fiscaliza? Ou....

Talvez seja isso, ou....

Sintra não merece isto.