sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

SINTRA ABRIU AS PORTAS AO REINO DO NATAL...


Está aberto, a partir de hoje, o Reino do Natal, oferecendo aos visitantes o Parque da Liberdade, admite-se que visitas gratuitas ao Newsmuseum e o Mercado de Natal no Terreiro Rainha D. Amélia, junto ao Palácio Nacional de Sintra.

A realização deste Evento é muito positiva, não só porque se destina a diferentes camadas de visitantes, mas porque apela a um destino que muitos não conhecem. 


A pequenada já hoje circulava entusiasmada no Parque da Liberdade, apontando algumas representações e provando que estas realizações só pecam por raras.

 

A necessidade de mais Natais

Graças, certamente, às celebrações do Natal, o Parque da Liberdade, o tão abandonado Parque da Liberdade que temos referido ao longo de meses e meses, teve a face relativamente limpa nalguns pormenores mais visíveis e...em caminho. 

A peanha onde está o busto de Nunes Claro foi limpa e a placa tornou-se visível

O Poema de Nunes Claro foi limpo e passou a ser legível

Só pela recuperação destas e outras situações que temos denunciado (placa sobre a geminação com Omura e Poema de Oliva Guerra) o Reino do Natal valeu a pena.

Todavia, há nódoas que são dificeis de limpar

Fora do recinto propriamente dito do Reino do Natal, dentro do Parque da Liberdade, a Fonte do Plátano continuava hoje como a imagem mostra:


De tão chocante, somos levados a pensar que, ou faltaram verbas a retirar dos milhões de que se fala, ou os responsáveis pela implantação não passaram por lá. Talvez isso justifique que o portão junto ao Palácio de Valenças esteja fechado...

Nota que justificará esclarecimentos

Estes eventos não serão feitos sobre os joelhos. Certamente os responsáveis pela programação e os divulgadores são personalidades de alto gabarito camarários. 

É pouco compreensível que o Folheto acima apresentado dê a ênfase ao Reino do Natal (1 a 23 de Dezembro 2017) e depois - no meio - esteja fechado alguns dias.

Ora, este género de realizações são habituais em todo um período, não fazendo sentido estar fechado (parece que nas três vertentes). 

Enfim, como não julgamos estar perante aprendizes, algo deverá ser justificado. 

O REINO DO NATAL é isso mesmo, todos os dias de festa até ao NATAL.

O REINO DO NATAL não pode ter dias sim e dias não. 

Pensem nisso Senhores Políticos e quadro Camarários.  



terça-feira, 28 de novembro de 2017

NATAL...QUANDO E ONDE TODOS QUISERMOS...

Nestes dias retornamos sempre aos Mercados de Natal de Munique, podendo ver como se aliam a alegria das crianças aos adultos que se deliciam a vê-las felizes.



Descemos a NeuhauserStrasse e a KaufingerStrasse para chegarmos à Marienplatz onde é a Neues Rathaus (Câmara Municipal) onde ontem se realizou a Cerimónia de Abertura dos Mercados de Natal, feita pelo Burgomestre Dieter Reiter.

Pelo caminho, vemos as montras das Galerias Kaufhof com os arranjos de Natal para a pequenada que ao longo destes dias se irá deliciar com as figuras em movimento.

Antes, passámos pela bela Igreja de S. Miguel, onde gostamos de nos recolher.




Honras de Natal na Baviera

Este ano, coube ao Município Bávaro de Burghausen a Honra de oferecer a Árvore de Natal que foi montada junto à Rathaus de Munique, com 3000 lâmpadas.



A Honra de oferecer a Árvore de Natal dá o direito a uma banca dentro do Pátio da Rathaus em Munique e à actuação de uma banda desse Município na Cerimónia.  

Burghausen é um pequeno Município paredes meias com a Áustria, com menos de 20 quilómetros quadrados e uma população que rondará os 19.000 habitantes. 

Uma bela cidade, onde, no alto de uma colina, se aprecia o seu Castelo com o comprimento de 1051 metros e que o faz ser o maior do mundo.





Os mais românticos encontrarão neste Castelo fortes motivos de alegria e prazer. Esta janela faz-nos recordar outros episódios românticos de tempos passados. 

Zona de campos verdes e montanhas, o fabuloso Castelo desafia-nos a visitá-lo e podermos apreciar uma riquíssima colecção de arte do Gótico Tardio. 


Deixo-vos o desejo de que tenham um Bom Natal...quando e onde estiverem. 


Fraternalmente. 


domingo, 19 de novembro de 2017

SINTRA: MOVIMENTO "NÃO A CARROS NA SERRA DE SINTRA"

Uma vergonha contra a Humanidade

É uma vergonha o que se passa de desrespeito pela Natureza na Serra de Sintra, com milhares de viaturas em permanente acesso, sem condições de circulação. 

Qualquer viatura vai pela Serra acima em busca do Castelo ou da Pena. Muitos não entrarão nesses locais históricos porque há portões fechados.

São carros, carrinhos, triciclos barulhentos fazendo de táxi. Depois uns escolhem onde melhor estacionar entre árvores, pisando o coberto vegetal seco e inflamável. 

Será que os políticos perderam a vergonha ou não são capazes de resolver - de uma vez por todas - aquilo que lhes é exigido para defesa Ambiental e Patrimonial?

Como é possível que, sabendo dos riscos para pessoas, bens e Natureza, os políticos representados na Administração de uma empresa de capitais exclusivamente públicos sejam cúmplices na oferta deste tipo de "estacionamento"?



É inacreditável que se promova o Turismo de Sintra sem se ter - à frente de tudo - cuidados com a salvaguarda das condições de segurança para os visitantes.  


Se há tantos milhões apliquem-se em medidas estruturais

Com tantos milhões propalados amiúde, teria sido ocasião para resolver este gravíssimo problema que tira o sono a milhares de sintrenses...mas não ao políticos. 

A construção de parques de estacionamento periféricos em silos (principalmente no Ramalhão) seria uma opção desejável, devidamente programável. 

O investimento numa frota de viaturas com menos de 30 lugares, permitiria (até com custo incluído no estacionamento) os acessos ao Centro Histórico e à Serra.

Veículo usado para se aceder a Taormina (Património da Unesco)

Deveriam ser proibidos passageiros de pé em circulações autorizadas, experiência que os responsáveis pelo Turismo em Sintra nunca terão apreciado.

Somente viaturas expressamente licenciadas para serviço público, tendo em conta a facilidade de circulação, defesa ambiental e sonora fariam acesso à Serra.

Apoios logísticos e acesso de funcionários seria sempre pelos portões de Santa Eufémia, num caminho criado pela Parques de Sintra e infelizmente consentido.

Estas seriam soluções que se impõem e que - na mira de amealhar dinheiro - nem a Câmara nem a Parques de Sintra desenvolvem a bem da nossa Serra. 

Palavreado há sempre muito, é altura de se exigir acção. 

"NÃO A CARROS NA SERRA DE SINTRA" um movimento com rodas para andar. 

Uma sugestão em marcha. 

Bom Domingo para todos.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

SINTRA: 7 MESES DE "INQUÉRITO À MAJORAÇÃO DO IMI" ?

Recentemente, no calor da noite eleitoral, o candidato Basílio Horta e reeleito Presidente da Câmara logo apontou uma série de promessas a seis meses...

Uma delas - futura - para a  "Redução do IMI", esquecendo a promessa feita - quase seis meses antes - de um Inquérito à Majoração do IMI em 30%.

Isso afectará a estabilidade pensante dos audientes, já que Sua Excelência, volta não volta, deixa informações cujos contornos confundem ou levantam questões... 

Vejamos uma delas, de que nada se sabe passados que são mais de sete meses...  

Inquérito sobre a majoração do IMI em 30%


"Vamos levantar um inquérito" foram palavras de Sua Excelência - em directo - face à reclamação de contribuintes pela Majoração de 30% sobre o IMI.

Foi em 13 de Abril deste ano que, à TSF, Sua Excelência proferiu essa intenção que não vamos sequer admitir como de circunstância.

Em 17 de Abril deste ano abordámos o assunto (por favor clique para rever).

Não pode ignorar-se que, quando da Proposta, foi chamada a atenção de Sua Excelência para a grande variação entre Contribuintes notificados em 2013 e 2016. 

Que respondeu? "Nessa altura não funcionava isso nem o resto. Agora funciona".

Sabemos no que deu...anulação de tudo...perde de receita para a Câmara.

Ao fim e ao cabo, decorridos 7 meses, houve ou não o "Inquérito"?  

Se houve, a quem assacar responsabilidades pelos danos monetários (não cobrança do se seria justo) causados à Câmara Municipal de Sintra? 

Se não houve, quem travou o compromisso assumido, denegando a "transparência" frequentemente citada pelo Presidente da Câmara?

Não vamos pensar - muito menos admitir - que o dito à TSF tenha sido uma saída airosa, por se avizinharem eleições autárquicas. 

Do que se passou haverá responsáveis, ou pela decisão menos ponderada de aplicar a Majoração ou pelo esquecimento do Inquérito prometido.

Com a anulação da Majoração quem mais beneficiou? Pequenos proprietários que se sacrificam para ter uma casa ou donos de grandes instalações abandonadas?

Estamos certos que Sua Excelência não deixará de, antes do final do ano, prestar os esclarecimentos devidos num caso em que empenhou a sua palavra.

Passaram mais de Sete Meses e os munícipes têm o direito de saber, nomeadamente os danos financeiros sofridos pela Câmara Municipal.

Esta uma promessa que não vamos deixar esquecer.