sábado, 7 de outubro de 2017

SICÍLIA, NOSSO DESTINO DESTE FIM DE SEMANA...

Este Fim de Semana, sendo mais perto, irá ocupar-nos dois dias. 

Vamos dar um passeio pela Sicília, uma linda Ilha onde os seus habitantes são extremamente simpáticos e disponíveis para qualquer apoio que precisemos. 

Na Sicília come-se bem. o Clima nesta altura tem temperaturas muito agradáveis.

O Centro de Palermo é muito agitado, com carros que surgem de todos os lados à bela maneira italiana, em que as regras de trânsito são frequentemente violadas. 

Vamos visitar os bairros típicos...


Da cúpula de uma Igreja podemos apreciar uma bela paisagem... 


Um verdejante parque, com várias obras de arte que nos agrada entender...


 Depois subimos até Monreale, lá no alto de Palermo, também tão acolhedora...



Seguimos o caminho de Cefalù...outra localidade tão típica e agradável...


Um pouco mais à frente, temos Castelbuono e o seu castelo de estilo árabe/normando, visitado por milhares de pessoas...


Temos de seguir viagem, vamos almoçar numa Casa Rural em Catânia, onde comeremos deliciosos petiscos regionais e de onde não queremos partir. Mas tem de ser...


Ao longe, o pico do Monte Etna de vez em quando expele algo das entranhas da terra...


Seguimos para Taormina e veremos como se protegem os bens Património da Humanidade classificados pela Unesco...uma grande lição...



...Pelo caminho não poderíamos deixar de visitar Siracusa...e seu Teatro grego...



Vamos dormir em Ragusa...


...onde relaxaremos nesta piscina de hotel...


Num novo dia, iremos apreciar a maravilhosa escadaria de Caltagirone...


...e a Villa Romana de Casales...


Passaremos ainda por Agrigento para visitar o Vale dos Templos...



Quase demos a volta à Sicília, mas ainda nos falta apreciar o mar e a beleza do Castelo de Vénus, em Erice, uma encantadora cidade medieval. 



É altura de regressarmos a Palermo, para o nosso voo até Roma e regresso a Portugal. 

Foi uma viagem curta mas cheia de encantos. 

Gostei de os ter por cá e agradeço a companhia. 

Bom Fim de Semana.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

SINTRA: HISTÓRICA FONTE ONDE PODE BROTAR CULTURA

Chamamos-lhe a Fonte da Charneca, porque naquela zona só havia descampados e, situada quase onde a Estrada de Sintra começava a subir em direcção a Ranholas, os animais que puxavam os trens precisavam de beber muita água.






A zona era perigosa, consta que eram frequentes os assaltos, mas parava-se lá. 

Algumas vezes, sentados na sua enorme cuba em lioz de cor rosa e, fechando os olhos, tentamos adivinhar quantos Reis e Rainhas ali se sentaram também, bebendo a boa água que agora, por uma qualquer aberração, já não corre. Entupiram-na.

Esteve imunda, tapada pelos ramos que pendiam de uma árvore não tratada - quando os ramos se partem há sempre a tradicional desculpa de "estar em mau estado" ou "velhinha" - mas a que rapidamente alguém deita o manto da desculpa.

Um dia, em Sessão de Assembleia Municipal, pedimos respeito pelo nome do Dr. José Diniz de Oliveira, levando a trocas de olhares entre os eleitos. Nem sabiam do nome nem da existência desta relíquia cultural, talvez a mais antiga Fonte de Sintra.  

A tempo, a árvore foi tratada e a Fonte da Charneca recuperada, quando na Câmara Municipal esteve como Vereadora Guadalupe Gonçalves, hoje nos SMAS.

Devemos-lhe - acho que lhe devemos - a lembrança dessa obra de recuperação.

Quando mais de uma vez alertamos para decisões que tornem este Fontanário de 1781 seja considerado Património Protegido, é notório que a sensibilidade é lateral.  

Agora que a apetência pela Cultura e Protecção Histórica foi reconduzida, estamos de novo a deixar aos mesmos eleitos o alerta anteriormente expresso.




domingo, 1 de outubro de 2017

VENHAM DAÍ...TODOS VAMOS VOTAR...DOU-LHES BOLEIA...


Certamente com o coche cheio, iremos calmamente até às Mesas de Voto. Pelo caminho contaremos uma breve história, que para muitos será desconhecida. 

Foi no ano de 1960 que este mancebo se apresentou numa freguesia e disse ao que ia: "quero inscrever-me como eleitor porque atingi a idade de o poder fazer". 

Puseram-me em frente uma folha de papel azul - com 25 linhas - fiz um requerimento (deram-me o texto) onde subscrevi uma declaração para mim idiomática.

A partir dessa altura, nem uma só vez falhei a votar, contrariado ou não, desiludido ou não, mas sempre com a esperança de que tudo um dia mudaria para melhor. 

Ainda hoje acredito...

Passaram eleições com Listas da CDE e a sua concorrente CEUD, denotando o divisionismo que existia - já nessa altura - entre a Oposição.

Nas eleições de Humberto Delgado vimos a violência na Rua Augusta com cavalos atirados contra pessoas. Tantas limitações à liberdade...

E veio Abril. E vieram novos tempos. E tivemos tantas desilusões. Não desistimos.

Com que alegria fui várias vezes Presidente de Mesas de Votos, quando era tudo trabalho gratuito, de entrega, de partilha da sociedade com os nossos concidadãos.  

Com honra fui cabeça de lista a uma Freguesia e, para sorte dos eleitores, não fui eleito mas ajudou a minha determinação em defender as populações e não o poder.

Hoje, quando se disputam lugares em Mesas de Voto, não é fácil entender como há remuneração para tão elevada honra. 

Estamos a chegar...é só amarrar os esforçados equídeos...que hoje teriam descanso.

Continuarei a votar sempre, sempre com infinita esperança. 

Um Bom Dia de Eleições para todos e para o nosso futuro. 



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

SINTRA: NA UNIÃO DE FREGUESIAS NÃO "#É ESTE O CAMINHO"

Por começo básico: Ausência de Programa Eleitoral Credível

A UF de Sintra não é uma Junta qualquer. Nela se encontram os Paços do Concelho. Também há Palácios, Castelo e Centro Histórico, tudo Património da Unesco.

Em 62 km2, temos a Vila Histórica e zonas rurais e urbanas: Abrunheira, Barrunchal, Linhó,  Lourel, Manique de Cima, Ranholas, S. Pedro, Várzea e Vale Flores.

Em cada zona há problemas próprios que exigem adequadas resoluções.

Espanta que um partido com ambições de gerir a União, use o lema "#é este o caminho", e no caminho não apresente um Projecto Eleitoral para Intervenção Local.

Um território tão vasto, carente das mais variadas acções logísticas territoriais, não se compadece com um folheto de "compromissos" desadequado aos objectivos. 

O panfleto dos "Principais Compromissos"...vazio de acções concretas 

Como credibilizar uma Lista que não prevê uma só obra, que se alheia de Centros de Apoio à Infância e Culturais para jovens, se esquece de Associações de Idosos.

Que candidatos nos agitam que #é este o caminho" e não apresentem programa concreto que preveja as Estruturas de bem estar colectivo tão necessárias?

Que garantias podem dar candidatos que não projectam intervir no Parque Escolar da Freguesia e nem se referem à segurança das crianças e dos residentes.

Ou sem medidas para a protecção do Ambiente, anti-poluição dos escapes e medições sonoras para eliminação ou proibição das ruidosas agressões existentes.

Se as pessoas querem mais fácil acesso ao direito de assistência médica, o que quer dizer garantir "uma transferência tranquila do Centro de Saúde"? Isso é do Ministério. 

Sabemos que Fernando Pereira é um político com experiência autárquica, mas como foi possível formar uma Lista sem que tenha divulgado um elucidativo Programa?

Seria positivo repescar o Programa Eleitoral (PS 2009) para a freguesia de S. Pedro, com uma equipa liderada por destacada militante agora candidata noutra freguesia.  

É #um mau caminho" para tão vasto território que anseia por melhor futuro.

A União de Freguesias de Sintra merece mais.

Por fim, a Abrunheira...

Garantidamente, nas alturas do Poder e mais abaixo na Lista que citamos, ignorarão que a Abrunheira é um populoso núcleo da União de Freguesias de Sintra.

Não se pode omitir que na Zona da Abrunheira há o maior núcleo empresarial do concelho de Sintra, com industrias, comércio e actividades económicas diversas.

Nem se pode ocultar os problemas da escola, a elevada carga de trânsito, a falta de cuidados de assistência na doença e a insegurança de pessoas e bens.

Havendo pessoas Abrunhenses em Listas Autárquicas, a sua principal obrigação seria lembrar as carências a quem as não sabe, porque são sentidas pela população.

O documento "Principais Compromissos 2017-2021" escamoteia as realidades da Abrunheira e, ao que se sabe, o panorama não muito diferente noutros núcleos.

Em termos práticos é um documento sem objectivos fixados, o que politicamente é de todo inaceitável numa freguesia com a extensão e complexidade conhecidas.

É uma pena este vazio que não eleva a confiança na Lista.