quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

SINTRA: MISTÉRIOS DO CENTRO HISTÓRICO...

O facto da Câmara Municipal, e muito bem, ter programado - mesmo com limitações - um programa festivo de Natal, incluindo um Reino de Natal, pode ter sido um caso sério.

Vieram pessoas, muitas pessoas, crianças saltitando felizes, o desassossego, como que ameaça, pode ter chegado a quem entende que o Centro Histórico é seu. 

Será possível que assim seja quando há muitos visitantes? Estamos em crer que apenas uma minoria, auto impregnada de espírito zelador, se assusta com tanto visitante.

Pela lógica, como seria bom que zeladores e botadores de regras, não sendo ao que tudo indica vesgos, se exprimissem na recusa ao convívio com incómodos maiores.

Não incomodará (ou finge-se não ver?) aquela esplanada, no coração do Centro Histórico, com madeira ou coisa parecida a desfazer-se? Protegendo espécies, dá abrigo a uns bichitos que um dia destes se esconderam quando os ia fotografar...

Falta uma Postura Municipal sobre Lixos Volumosos

Até que surja alternativas sobre a Recolha de Lixos, acabando de vez com exposições que até no terceiro mundo estão sendo eliminadas, talvez se justificassem medidas temporárias que prevenissem a defesa da boa imagem e salubridade de Sintra.

Uma delas, em Postura Municipal, fixar-se a partir de que horas deverão ser colocados lixos volumosos que não caibam nos grandes recipientes (por exemplo 18 horas). 

Ainda na passada Segunda-feira, pelas 10 horas e ao abrir de uma loja próxima, diligente menina depositava algumas grades de madeira, como cartão de boas vindas aos turistas que saem dos autocarros desejosos de apreciar a beleza de Sintra.

Uma das primeiras imagens oferecidos a visitantes...bastavam aqueles monstros...

Acautelar as más imagens 

Um Centro Histórico, ainda por cima Património da Unesco, pelo seu melindre, exige redobradas cautelas na sua imagem e conservação, a que todos estamos obrigados. 

Mas será que ninguém olha para este taipal que há anos quase se liga com a Torre do Relógio? Não incomoda o aspecto? Não tem relevância para quem vive por perto?

Tem umas mensagens escritas...à direita uma porta...morará lá alguém?

Que dizer do horário do Posto dos CTT?

Até o posto dos CTT se adaptou a algo misterioso. Há algum tempo, pairou a ameaça do seu encerramento. Não fechou, mas veja-se o Horário do seu Funcionamento.

Horário ajustado a quê? Aos residentes ou aos visitantes? 

Pormenor delicioso: Os CTT da Vila de Sintra indicam que a "Loja CTT mais próxima é em Sintra"...contribuindo para um gozo alargado da confusão. Uma turista italiana perguntava-me há pouco tempo onde era Sintra postale.

Vila Histórica, com milhares de visitantes diariamente, uns desejando enviar postais de Sintra a amigos, outros para telefonar. Um Posto de Correios que também vende outros produtos, fechado duas horas...precisamente naquelas com mais movimento...

Mas o que é isto? Será que ainda julgamos estar a viver na época das diligências?

Será a isto que apelidamos de qualidade turística? É assim que as nossas estruturas respondem à necessidades da vida moderna? Que aberrante economia...

A chamada União de Freguesias, cuja área de intervenção - devemos lembrar - abrange o Centro Histórico, que papel desempenha para que o comércio e outras estruturas ligadas e que vivem do turismo se desenvolvam e lhe tragam vida depois das 18? 

O que está por detrás do entorpecimento? Conservadorismo ou interesses próprios?

Estes são alguns exemplos de mistérios que vivem entre paredes. Que acabam por corresponder a interesses que funcionam em circulo fechado.

Noutras partes, com o elevado número de visitantes que chegam a Sintra, a economia seria florescente e muita gente teria vida e futuro risonhos. Em Sintra quantos têm?

Em Sintra, o futuro é de quem? Que mãos mexem na economia sintrense?

Sintra não é um gato que brinca com o novelo, enrolando-o. 

Sintra precisa de esticar as pontas do novelo.

Talvez hajam em Sintra uns mistérios mais a descobrir...


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

SINTRA: OS RISCOS DE "POLÍTICOS" SEM PERFIL...

Distracção, falta de respeito ou de competência?

Não temos a pretensão de escrever para que os políticos de Sintra vejam neste blogue uma cartilha, mas pelo menos que saibam publicamente das suas virtudes políticas.

Achamo-nos na obrigação de mostrar aquilo que se nos apresenta como desconforme às condições de vida a que todos têm direito. Exigimos respeito e competência.

Somos contra a ambição da conquista de um lugar no Poder Local com outros objectivos que não sejam estar-se atento aos problemas das populações e dar-se-lhes soluções. 

Se outros intuitos forem perseguidos, se no horizonte - em mescla com a candidatura - outras dedicações se perfilam, então devemos chamar-lhes outra coisa e não políticos.

Os verdadeiros políticos não se confundem com um qualquer brinde ou fava em Bolo Rei de má qualidade, distinguem-se por responsabilidades e empenho exemplares. 

Um buraco que ajuda a identificar "políticos"

O buraco de que mostramos imagens, numa rua movimentada, é um negro espelho dos ocupantes de cargos numa dita União de Freguesias de Sintra, onde se sentam eleitos que estiveram ao lado dos que acabaram com as suas anteriores freguesias.

Claro que, se falharam na dedicação, melhor não se esperaria na nova experiência. 



Fotos de um buraco na União de Freguesias de Sintra (Abrunheira)

A foto mostra-se pela enésima vez e já se perdeu a conta aos meses em que este buraco se mantém em pleno usufruto das suas faculdades, quase se tornando num buraco respeitável cujo escoador evita que - cheio de água - algum acidente ocorra.

Dirão alguns "que não é da responsabilidade da Junta", mas isso não iliba a Junta de estar atenta e promover, junto da entidade devida, que seja feita a urgente reparação. Em caso de acidente, poderão existir responsabilidades concomitantes.

No local passam viaturas municipais em serviço, outras da tal União que pouco une, das autoridades, camiões dos SMAS, todos cegos, mudos ou "deixa estar o buraco".

Que pena não ter feito parte do roteiro da recente Presidência Aberta...  

Uma vergonha que tal situação de perigo se vá mantendo..

Não é um compromisso preocuparem-se? E se as potenciais vítimas lhes chamassem nomes menos simpáticos mas julgados adequados, não seria um merecido prémio pelo desprezo militante que conferem à vida e segurança das pessoas?

Quem partilhará das responsabilidades caso ali ocorra um acidente?

Houvesse Medalhas pelo Demérito e este perigoso buraco facilmente justificava uma ou mais atribuições, certamente acrescidas de belas preces laudatórias.

Eleger "políticos" assim é um preocupante risco no Poder Local Democrático.

Fica o trilema: Distracção, falta de Respeito ou falta de Competência?

...

Pequena história - como humor - deste mesmo local

Há uns anos, talvez uns quinze, em Sessão de Câmara alertou-se sobre o mau estado em que se encontrava o pavimento da Rua da Escola, na Abrunheira. 

Esclareça-se que, na Rua da Escola, não há escola...já houve quando deu nome à rua.

Dois ou três meses depois, noutra Sessão de Câmara, voltou a alertar-se sobre o mau estado do referido pavimento na Rua da Escola, quase intransitável. 

Da segunda vez, o Vereador com esse Pelouro, com certa intensidade disse não aceitava que tal fosse dito, porque toda a rua tinha sido pavimentada.

Moral da História: A rua totalmente pavimentada foi a da escola (que estava em bom estado) enquanto que a Rua da Escola continuava à espera de novo pavimento.

Será que, desta vez, o buraco já foi tapado noutro sítio?


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

JOACQUIM, PROFESSOR E MÚSICO...

"Guten Morgen, mein name ist Joacquim", escutou-se na carruagem que, silenciosa mas rápida, corria ao longo da margem direita do Danúbio, aproximando-se do destino.

Na altura meditava: Se a diferença entre os carris da Baviera e os nossos é serem em via reduzida, porque razão os comboios são silenciosos e os portugueses barulhentos?


Carruagem da DB, apelando ao silêncio 

Na paisagem, campos imaculadamente tratados, terras aradas ou com sementeiras. A cultura de manter matos e lixo, orgulhos que se preservam numa Vila incluída no Património da Unesco, é vaidade que, naqueles lados, não tem defensores.


Os campos bem tratados da Baviera, ainda sem neve (foto tirada em grande velocidade)

Depois de Platting, atravessa-se o Rio Isar a caminho de Vilshofen e, logo à frente, vemos uma pequena ilha a que se segue o cenário único da margem direita do Danúbio que nos acompanhará até Passau, belíssima cidade perto da fronteira austríaca.

Foi depois da paragem na estação de Vilshofen que tudo aconteceu...

Um professor chamado Joacquim

"Guten Morgen, mein name ist Joacquim", disse o Homem com quase 60 anos que vira na gare de Vilshofen com uma bolsa característica de guardar um instrumento musical.

Em breves palavras, que uma Frau à nossa frente ajudou a entender, soubemos que Joacquim era professor de música e pedia licença para partilhar, com a sua música, a companhia de todos até Passau, de onde seguiria para Linz. 

"Bitte schön", "keine B..." (nada de fotos) pediu ao ver-me puxar pela Leica que o registaria. Era uma pessoa modesta, apenas oferecia música, sem protagonismo. 

Os companheiros de viagem em respeitoso silêncio. Puxou do violino (notei que o colocou no ombro direito...) e executou a valsa de Johann Strauss Jr. Danúbio Azul.

Na Estação de Passau, despediu-se com votos de Bom Natal, misturando-se com os passageiros anónimos que se iam dirigindo às plataformas de outros destinos. 

Hoje, ao recordar o Joacquim, envio-lhe uma singela saudação pela postura, retribuindo os Votos de Boas Festas...a um Homem modesto, amante da música.

Esta breve história foi apenas o que ele considerou passível de ser revelado.

Chama-se Joacquim, apenas Joacquim. Professor na Música e na Vida. Exemplar.



Nas margens do Danúbio, com a cabeça fresca pelos zero graus de temperatura, o Joacquim fez-nos meditar sobre como reagiriam as pessoas no nosso país, habituadas a associarem estas imagens a mãos estendidas ou a um cãozinho pedinte.

Que respeito haveria num dos nossos comboios se um dia destes ocorresse um acto cultural desta dimensão? Risos? Telemóveis silenciados? Deixaria de ouvir-se alguém, ao fundo da carruagem, a gritar como se todos tivessem de ouvir a sua conversa?

O violino do Joacquim e a música que tão magnanimamente nos ofereceu, fixaram-me noutro mundo, a anos de cultura daquele que gostaria de ajudar a mudar.

O Joacquim é mais que Professor...é um Homem do Mundo, um discreto Homem que promove a Cultura com o seu amor pela Música, sem que outro objectivo persiga.

Um abraço Joacquim e obrigado pela lição de humildade oferecida naquela manhã.

Feliz Natal. Frohe Weihnachten.



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

SINTRA: PLANO QUE JUSTIFICA REFERENDO LOCAL...

Nome enganador de um Plano de Pormenor

Em nome da consideração e confiança criadas com a sua eleição, seria digno que - para bem de Sintra - este Plano de Pormenor, conhecido como de "Abrunheira Norte", não viesse a ligar-se, por aprovação, ao nome do actual Presidente da Câmara de Sintra.

Não se trata de uma questão territorial de lana-caprina, de uma escorregadela na via pública ou de carros estacionados à porta deste ou daquele. É uma questão melindrosa.

Trata-se do Plano de Pormenor com barbas de quase 15 anos, adormecido  face aos riscos políticos e ambientais, de indiscutível agressão à paisagem de Sintra e sua Serra.

Agora, o Presidente da Câmara - Dr. Basílio Horta - que considera o Plano como o maior investimento em Sintra, não deixará de garantir o respeito pela Zona de Protecção Rural fixada por De Gröer, forma de proteger a paisagem de aproximação a Sintra.

Alguns pormenores da "história" deste Plano não devem ser escamoteados:

Em 2001, com a primeira Discussão Pública, a ABRUNHEIRA iniciava-se à entrada da EN 249-4. Pediu-se uma Escola maior, Posto da GNR, Centro de Saúde. Foi transferida a placa para 250 metros mais à frente e a Área do Plano saiu da Abrunheira... 

Em conformidade, face à reconhecida grandeza do Projecto, é enganador associar-se o nome da Abrunheira ao Plano de Pormenor pelo que, mais correctamente, deveria ser intitulado de PLANO DE PORMENOR DE SINTRA NASCENTE (PPSN).

Não estamos contra um Plano para aquela Área. Somos contra este Plano.

Porque este Plano atingirá a imagem panorâmica de Sintra de forma irreversível.

Defender esta panorâmica de aproximação à Serra de Sintra é obrigação de todos os portugueses

Responsabilidades camarárias na Discussão do Plano

A Câmara Municipal - por certo sem intenções - enfatizou na Abrunheira a discussão do PPAN e, não o apresentando em todas as freguesias como seria natural, deu motivos para um vício informativo que restringiu a desejada dinâmica alargada da discussão. 

Ora, o Plano de Pormenor, mesmo que resolvesse - o que não sucede - os problemas da aldeia da Abrunheira, é mais de todos os sintrenses, pelo que todos devem ser ouvidos pela Câmara Municipal, dinamizando-o em sessões nas diversas freguesias.

Na Abrunheira, teria bastado a Assembleia de Freguesia que se realizou. Mas a Câmara, entendeu realizar uma segunda, fazendo recear pela polarização da discussão na Abrunheira, o que não sendo realidade...é desviante de Sintra no seu todo.

A Abrunheira integra a mesma Matriz de Sintra que o Largo Dr. Vergílio Horta.

Perante isto, não se tendo promovido a discussão noutras partes do Concelho, é difícil entender a focalização na Abrunheira, bem reflectida na desmobilização concelhia.

Como que a prová-lo, figuras de proa na invocação do Plano de De Gröer para isto ou aquilo ou se mostram sobre pequenas coisas do burgo, ainda não se terão apercebido da agressão em curso para a paisagem de aproximação a Sintra.

É até de recear que a Associação de Comerciantes de Sintra, pelo alheamento sentido nas duas Sessões, também não conheça este Plano que irá destruir comércio local.

Um Plano feito com pormenores curiosos

Lendo o Regulamento do Plano, temos a noção do leque técnico da equipa:

- 3 Técnicos da CMS na Coordenação; 2 Coordenadores Externos; 40 nomes de quase certo gabarito nos campos do Ambiente, Hidrológica, Ruído, Património, Ecológica, Urbanismo, Paisagística, Redes Urbanas, Mobilidade e Transportes.

Nenhum deles, que se saiba, galvanizado pela Grandeza de um Plano cativo de Discussão Pública, terá insistido em ser feita uma maqueta - como recomendariam as boas regras de apresentação - que deslumbraria os munícipes e ajudaria à avaliação.

Por outro lado, como foram feitas as audições e estudos de suporte, nomeadamente ao tráfego rodoviário no local, criação de transportes públicos e outros?

Pelo que ouvimos, a União de Freguesia de Sintra - autoridade administrativa primária - não foi consultada durante o andamento do Projecto, antes dele ficou arredada.

A Escola Primária não mereceu a visita de Técnicos para recolha de dados relevantes.

Junto da população local não há indicadores de terem sido feitas abordagens ou contactos que permitissem identificar alguns problemas e estudarem-se soluções.

Quanto à "Área Urbana de Génese Ilegal" nº. 64, os proprietários continuarão à espera, já que os "podem" e os "desde que" condicionarão a solução. É uma "cenoura" que, se fosse real, teria alimentado a Câmara na resolução das mais de 100 AUGI's existentes. 

É de recear que, nestas condições, tão valiosos técnicos nem se tenham apercebido das realidades locais e de Sintra, das populações, seus problemas e ansiedades.

Foi trabalho de gabinete? Por encomenda? Quem aceitou o quê?

Será admissível admitirmos?

Nem pensar que a valiosa equipa técnica se tenha distraído, daí o "Enquadramento Paisagístico de aproximação à Serra de Sintra", ser beneficiado com vários construções, uma com 5 andares e 15 metros de altura, outra com 12 e 15 com 9 metros.

Tudo isto, numa zona em que a Câmara Municipal exige - a qualquer proprietário comum - que as moradias tenham apenas rés-do-chão e primeiro andar.

Será justo pensarmos, sequer, que em nome da mobilidade, se atafulhe a EN 249-4 com viaturas, funcionando a zona do Plano como bolsa fechada sobre si mesma?

Que suporte técnico justifica o não acesso à AUGI pela via interna da Sonae, obrigando os residentes a aumentarem o tráfego nas ruas da Aldeia, sabendo-se que são devassadas pelos camiões TIR que se dirigem à Unidade Industrial dessa Zona?

Uma imagem de todos os dias para se sair da Abrunheira. Técnicos viram?

Quem responde pelos milhares gastos na entrada da Abrunheira...para isto, em vez de escoar 

É admissível que os responsáveis por um Plano destes desprezem os contributos feitos em 2001 sobre a Escola Primária, dimensionada para 60 crianças e hoje com 177, sem estruturas adequadas, obrigando muitas crianças a ir para outras escolas?

Os Técnicos, repartidos por tantos campos e áreas, acautelaram soluções para a segurança de pessoas e bens que passam a congestionar a Zona do Plano?

Técnicos de Mobilidade e Transportes? Preveniram as diferentes ligações rodoviárias por transportes públicos entre a Zona do Plano e o território de Sintra? Avaliaram as graves carências nesse meio de transporte, ou optaram por viaturas privadas?

Nada disso foi considerado. Nenhuma dessas dificuldades foi prevista no Plano.

O Plano é um serviço a quem o pagou. A sua aprovação justificará elevadas saudações, que não pelos sintrenses nem pelos defensores da beleza da paisagem de Sintra.

Será um pano negro a embrulhar Sintra, uma mancha para visitantes e quem cá mora.

Porquê tanta pressa na aprovação?

Pelo que foi dito - entre "remate" para aqui e "remate" para ali (forma de driblar  "concluído") - a evolução do Plano vai ser faseada. Quais as fatias do Plano?

Foram, porventura, previstas fortes penalizações pelo incumprimento do Projecto, no que concerne a prazos fixados e áreas (todas elas) a respeitar?

Isto para que não nos venhamos a confrontar com o abandono ou adiamento das parcas promessas, concretização das com impactos mais gravosos e vendas parcelares.

Ou será que, depois de 15 anos, tudo se pretende acelerar para que a aprovação do Plano seja feita antes do final deste mês de Dezembro? Uma dúvida que se nos levanta.

Em tese, a Câmara Municipal está um pouco com os pés em areia movediça, nomeadamente porque não promoveu - como lhe competia - a dinamização ampla por todos o concelho, como seria minimamente justificado. Porque não o fez?

A sensibilidade da área envolvida, a anormal incidência de altos edifícios numa zona protegida, justificam que sejam os sintrenses a resolver.

REFERENDO LOCAL, a decisão que vinculará munícipes e Município.