sábado, 21 de setembro de 2013

SINTRA: TIVE ESPERANÇAS...QUE LIGASSEM AOS MUNÍCIPES

Depois de ter manifestado a minha esperança na recuperação dos Azulejos e Estufa do  Casal de S. Domingos (p.f. clique), fiquei na expectativa do oneroso investimento camarário que, de uma vez por todas, acabaria com a degradação notada no local.

É que, há tantos anos assim, a pouco mais de 100 metros dos Paços de Concelho, a imagem que se segue ilustra os autarcas dos últimos 12 anos e o seu empenho na respeitabilidade dos bens públicos.

Foto tirada em 2007

Trata-se de instalações camarárias, de uma entidade que deveria ser exemplar, para ter a indispensável autoridade na conservação dos edifícios e espaços particulares.

A recuperação dos azulejos seria cara? Quanto? 250 euros? Então o Sr. Presidente da Câmara, Dr. Fernando Seara, que ainda pensou comprar as ruínas da Quinta do Relógio por mais de 6 milhões de euros, não dispôs de uma verba tão pequena?

O Sr. Presidente já viu pela certa. O Vice-Presidente, por cá há 12 anos, entre corridas às escolas para dar livros e associações de idosos, já deve ter visto. O Vereador do Turismo, zelador da boa imagem sintrense também por lá passa...

O Presidente da Junta de Santa Maria e S. Miguel, agora candidato "Independente" talvez nem se tenha apercebido ou, imbuído da colectiva "Dedicação", ficou à espera que outros resolvessem um problema que também era seu pelo defesa do território.

Desculpar-me-ão os senhores autarcas, mas isto ultrapassa a cultura do desleixo, podendo mesmo configurar a indiferença pelo património e pelos munícipes. 

O Painel desfigurado e a degradada estufa existentes num espaço de que a Câmara Municipal é proprietária, só podem indignar.

INDIGNAÇÃO é muito mais do que ter-se "vinagre nas veias".






 

domingo, 15 de setembro de 2013

SINTRA: SEI EM QUEM NÃO VOTAR PARA A UFSMSMSMSPP...

CONTRA OS QUE DESTRUÍRAM A MINHA FREGUESIA

Eles andam por aí. Alguns até se dizem "Independentes". Querem fazer-nos esquecer que estiveram na primeira linha de colagem e seguidismo ao que Fernando Seara e Marco Almeida fizeram para satisfazer Relvas e a Lei de Extinção de Freguesias.

Distraídos, usam as palavras "dar continuidade", quando só o podem fazer indo contra a quase milenar e riquíssima história dos territórios sacrificados e suas gentes.

Falam da "participação democrática da sociedade civil", quando não quiseram escutar a sociedade civil para relevantes temas da vida colectiva e agravamento dos problemas locais, optando por mais afastamento em vez de proximidade.

Foram eles que fizeram a UFSMSMSMSPP, nome híbrido que apadrinharam, uma figura territorial sem nexo, desligada dos residentes e seus interesses, mas cujos objectivos - cada vez mais claros - nada têm a ver com o Poder Local Democrático.

As populações, umas mais que outras, foram traídas.

Como é possível, e com que interesses, pessoas que se vincularam à história das suas freguesias, se misturem contra naturam com os "ajustados" à Lei que traiu aquilo que foram os princípios do Poder Local democrático, de proximidade aos residentes?

Um candidato agora "Independente", que nada soube dizer - durante anos - sobre um Fontanário Histórico desaparecido a 200 metros da sua Junta, propõe-se "promover a realização de eventos que visem a projecção de Sintra nos diferentes continentes"...

NÃO VOTAREI EM QUEM - NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL - APOIOU A LEI DE EXTINÇÃO DE FREGUESIAS E QUE DELA SE POSSA APROVEITAR.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

SINTRA: NA DESPEDIDA DE ANA GOMES

No passado dia 9 (segunda-feira), segundo o Calendário previsto, realizou-se a última Sessão de Câmara (obviamente privada) antes das Eleições de 29 deste mês.

Como o Senhor Presidente de Câmara cancelou a última Reunião Pública, calendarizada para 21 de Agosto, os munícipes ficaram impedidos de intervir.

Daí que - por aqui - envie uma saudação de despedida muito especial para a Sra. Dra. Ana Gomes, Vereadora, cuja candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Sintra tive a honra de publicamente apoiar.
 
É meu total convencimento que, se tivesse sido eleita Presidente da Câmara, Sintra teria dado largos e indispensáveis passos para o desenvolvimento económico de que carece, com reflexos na melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes.
 
Ana Gomes não foi eleita para Presidente, mas cumpriu o seu mandato de Vereadora com elevado esforço, já que em simultâneo desempenhou funções internacionais que prestigiaram Portugal no conceito das nações.
 
Respeitada Embaixadora de profissão, Jurista e Eurodeputada, Ana Gomes tem desempenhado elevadas missões em nome da União Europeia, onde ajusta a sua dinâmica e competência à seriedade de quem sabe estar na politica. 
 
Não seria a Presidência da Câmara de Sintra o trampolim para outras ambições, mas sim uma missão mais a desempenhar, com o elevado sentido de responsabilidades que coloca em todos os seus actos.
 
A Dra. Ana Gomes ensina como se deve estar na politica. Faz parte da História. É uma cidadã do mundo no sentido mais alto do termo.

Sem exibicionismos, enquanto participou na solução de muitos e graves problemas que ocorreram e ocorrem por este mundo fora, procurou cumprir a sua eleição como Vereadora, estando presente nas reuniões da sua Câmara Municipal.

O meu reconhecimento à Sra. Dra. Ana Gomes, que gostaria de ter tido como Presidente do meu concelho - que também é o dela - numa confiança total do que seria a sua gestão e rigor a todos os níveis.

A Dra. Ana Gomes terá sempre um elevado cargo à sua espera em Portugal, para bem do nosso futuro como povo livre e onde queremos viver condignamente.

Fico à espera de Ana Gomes, no meu País.


 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

SINTRA: QUEM VIER ATRÁS QUE LIMPE A CASA?

HISTÓRIA COMPLEMENTAR DAS "EMBRULHADAS"

Agora que, ao que parece, ninguém foi responsável pelo que aconteceu nos últimos 12 anos, talvez seja altura de alertar os autarcas que se seguem para as despesas a orçamentar a título de limpeza e outros compromissos que fiquem em carteira.
 
Nas Escadinhas do Hospital, em pleno Centro Histórico, também houve casas "embrulhadas", não se conhecendo outras virtudes senão alegrar os olhos de quem passava e iludir os eleitores para a campanha autárquica de 2005.

 
O tempo, na sua ingratidão, encarregou-se de desfazer o painel pintado por um artista plástico que não merecia ver assim a sua obra destruída e abandonada.
 

 
Nesta fase, sem o painel, tivemos o "bucólico" que nem Byron ou Herculano viram, mas onde qualquer distraído passeante pode ver "estrelas" pouco agradáveis.  
 
 
Nestas escadas passam diariamente residentes, turistas, pessoas que olham a apreciar estas estruturas, cada vez mais integradas no espírito da "Dedicação" que um dia seria prometida aos sintrenses e por aqui conservada. 
 
Passados 2 mandatos, 8 anos, 96 meses, 2920 dias, sem que alguém se manifestasse com vocação para retirar estas estruturas, será que um destes dias se publicita a adaptação a baloiços ou se instalam aparelhos para cultura física? 
 
A menos que se trate de algum compromisso assumido com os sintrenses.
 
E quanto custou tudo isto ao erário público e aos sintrenses?
 
NINGUÉM EXPLICA?