quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ESBIRROS E ESPIÕES...AO SERVIÇO DO SILENCIAMENTO

Tudo indica que as notícias são devidamente controladas. Virtuosos espiões, justificando o seu preço, percorrerão avidamente tudo o que são críticas, comentários ou desabafos, não vá alguma contestação ferir o bem estar ou os projectos do bem feitor.

E é preciso cuidado. Patifes sempre precisaram de seus lacaios, um desvio genético não curado devidamente, continuador de perseguições politicas e de opinião.   

Lembrei-me deles agora ao passar as mãos, respeitosamente, pelas bíblias da nossa biblioteca - Cadernos e Antologias da Seara Nova - cujos envelopes chegavam às nossas mãos abertos ou rasgados por espiões veneradores, atentos e obrigados.

Sabemos e não acreditamos. Sentimos o gosto pela ameaça..."ou calam-se ou..." 

Suas Excelências os poderosos devem ser bem servidos. Podem agarrar na mentira e esperar que uns tantos lacaios a tentem converter em verdade. 

Podem contar com poluidores encapuçados, alheios à construção de uma sociedade mais justa enquanto se dobram abotoando a camisa nos atacadores dos sapatos.

Não dormem os espiões, seja no Facebook seja em Blogues.

São poucos mas são a amostra da miséria de tudo isto. Rasgam o que se escreve, transportam as criticas para mostrar serviço, para que os discordantes se silenciem.

Fazem-nos pensar no que seria se tivessem mais poder.

A derrota de espiões e receptadores é não conseguirem calar.


sábado, 19 de novembro de 2016

SINTRA...CAPA ROTA E MEDIDAS...SEM A "RESOLVE"...


Merece destaque o penúltimo parágrafo da notícia e a posição assumida em Março (?) pela responsável do Ambiente em Sintra, quase diluída no final da peça jornalística.

"Por ser uma propriedade privada e “não se verificando derramamento para a via pública”, considera que “nada mais há a tratar” no âmbito das suas competências."

Em tese, as imagens que se seguem (feitas no dia 17 de Novembro de 2016) para a responsável ambiental não apresentam matéria no "âmbito das suas competências". 




Diga-se que, segundo ainda hoje consta no site Camarário, não há nenhuma Vereadora com o nome constante da notícia, facto que remete responsabilidades para outra sede. 

Em 6 de Novembro de 2014 o assunto foi abordado. Em 29 de Dezembro de 2015 (por favor clique)  e voltámos a recordar em 17 deste mês, como se pode aqui confirmar.

Também por parte de um Munícipe Sintrense, residente na Abrunheira, a denúncia deste perigo foi muito completamente feita, sem notórios empenhos institucionais. 

Não iremos, aqui e agora, recuperar a história da Herbex e porque se manteve tanto tempo naquele local, incomodando os residentes mais próximos e sem encerramento. 

Registamos que, menos de 24 horas depois da nossa última abordagem, o Presidente da Câmara terá anunciado medidas adequadas para acabar com aquele perigo.

Ainda bem...nem foi preciso utilizar a aplicação "Sintra Resolve".


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

SINTRA..."NÃO É ESTE O CAMINHO"...NA "NUVEM DO RESOLVE"

Dizem os especialistas que as boas notícias se dão às segundas-feiras, para incentivar os destinatários e as más às sextas-feiras porque se esvaem no fim de semana. 

Parece que amanhã (18.11.2016, sexta) se realiza mais uma tradicional presidência aberta na União de Freguesias de Sintra, freguesia maior que o concelho de Oeiras. 

Nela, a vida dos sintrenses não é fácil. O lixo campeia, os transportes públicos rodoviários são deficientes (excepto, talvez, para o presidente da Câmara de Sintra). Acessos à assistência médica difíceis, distantes e com custos onerosos.

Dificuldades escolares, segurança rodoviária precária. Falta de zonas verdes. 

Seriam muitos os exemplos de crianças com pesadas mochilas às costas e pais empurrando carrinhos de bebés em mais de um quilómetro por falta de transportes.



Longas caminhadas com as mochilas...perigo pela velocidades dos veículos...onde ao pedido de lombas ninguém dá a resposta adequada 

É notório o abandono em que (só para citar uma) se vive um pouco por toda a área da União de Freguesias de Sintra no que concerne a responsabilidades camarárias.

Na União de Freguesia de Sintra há de tudo: Palácios da Vila e da Pena, Castelo dos Mouros, o berço que é Santa Eufémia. A Vila Histórica. Outras zonas abandonadas. 

As longas concentrações de viaturas em Sintra, desprestigiam um destino turístico merecedor das maiores cautelas e não ajudam quem cá vive nem quem nos visita.

É uma questão nuclear a exigir rápidas e adequadas decisões, que não passam pela caixinha onde pingam moedas para receitas em estacionamento.

Promove-se o turismo, sem a compatível qualidade estrutural. "Património turístico rico...com estruturas de terceiro mundo", dizia-nos quem escuta estes comentários.


Quando o Eléctrico vinha à Estação da CP. No Largo Afonso de Albuquerque (com sinaleiro) 

O Histórico eléctrico de Sintra, que devidamente recuperado e indo até à estação da CP seria uma preciosa oferta turística, vai sobrevivendo sem o brilho que merecia.  

O pandemónio instala-se. Nem uma placa indicando o caminho para a estação dos comboios (coisa tão habitual no estrangeiro). Crise em instalações sanitárias, levando a recursos menos próprios e higienicamente deploráveis.    

Ao terceiro ano...passámos a viver na "nuvem"

De súbito, por um lado - até à exaustão - somos bombardeados com obras virtuais, "Planos" mas, em paralelo, é notória a tentativa de silenciar quem mostra a realidade.

Aos entusiastas da aplicação que dizem "Resolve" - e bem serviria se calasse do conhecimento publico o que NÃO SE RESOLVE - deixamos imagens que não cabem no silenciamento enquanto grandes trombetas propagam os feitos não feitos.

Na União de Freguesias de Sintra, esse monstro autárquico por resolver, os responsáveis parece não verem a vida das pessoas, não ligarem aos adiamentos. Há disto:



"Rua do Carrascal"...

"Rua do Sol Nascente"...com sinal de STOP!!!!

Sinal de STOP que não foi inventado...foi colocado pela CMSintra

As placas toponímicas não foram inventadas pelos moradores. Foi a Câmara que as colocou e inseriu nas sua responsabilidades de autarquia. 

Está a fazer um ano que aqui referimos a Capa Rota (p.f. clique) e os perigos ambientais da lixeira que se vai mantendo a céu aberto. Será desta vez que se RESOLVE?

Hoje às 10,42 h

Hoje às 10,42 h

Receamos que, desta vez (à terceira pode ser de vez...) antes ou depois do tradicional almoço de trabalho, venham a surgir entusiásticas notícias, uns milhões para finais de 2017, um ou vários Planos e Projectos que mudarão a face da União. 

Vamos aguardar, calmamente, as próximas notícias. 

Vamos a ver o que se "Resolve". 


terça-feira, 15 de novembro de 2016

SINTRA, DO FOGUETÓRIO...AOS BURACOS BEM REAIS

"Pode enganar-se toda a gente uma vez, Pode enganar-se sempre uma pessoa, Mas não se pode enganar sempre toda a gente", Velho Ditado da Política

Julgávamos ter dito o suficiente sobre uma campanha promocional em curso, reservando-nos ao espaço de simples observadores com pudor e meio envergonhados.

Assim estaríamos se, com o nosso dinheiro, a campanha não tivesse sido retomada com a publicação "patrocinada" no Facebook de "Mais Saúde" virtual.

Veja-se o foguetório deste anúncio, com estrelinhas caindo em todo o território: 

"Patrocinado" no Facebook...quer dizer, pago pelo dinheiro dos munícipes 

Quem só ler as gordas e não ligar aos asteriscos, se for muito crédulo...e pouco cuidadoso, ficará deslumbrado: Só em "Centros de Saúde" são 7.395.481,13 euros!!!!

Na realidade, a fazer fé e a confirmar-se, seriam 2.379.726,41€...mais IVA (6%). Uma ninharia comparando com os 11 milhões e 300 mil euros do "Eixo Verde e Azul"!

No espaço de tempo, só o de Agualva se inicia por altura das eleições...que coisa...os outros ficam no éter...2017 e pronto...que venham os votos. 

Isto tudo sem termos NADA. À boa maneira populista, parece que temos tudo, graças a mirabolantes personalidades que se amedrontam com o perigo da Oposição. 

Porque só desespero político levará a lançar mão a anúncios de algo tão impreciso e que cria ilusões nas populações. Em Queluz, sim, parece estar qualquer coisa em curso...

Mas o que é este frenesim intoxicante, que confunde as pessoas menos esclarecidas ao falar num hospital que não o é e não passa de uma urgência básica melhorada?

Nem o Hospital de Cascais escapa com a grande conquista de Sintra no nome,  como se isso tratasse pessoas. "MAIS UM PISO", tudo indefinido de custos e datas.

Assim mesmo...quando? Como? É a Câmara a suportar eventuais custos do "alargamento"? 

Começa a pensar-se se algum desespero serôdio não nos estará a levar para campos de difícil retorno pelos danos causados na confiança futura dos munícipes.

Ultrapassa tudo o que é aceitável em termos políticos, em termos de sociedade, porque não podemos estar sujeitos a riscos de manipulação da opinião.

Temos de acabar com isto. Estamos certos de que muita gente séria já não se revê nem adere a estas práticas porque o que todos desejamos são obras no terreno.

Enquanto isso, a crise instala-se nos buracos bem reais 

Há meses que deliciosos buracos vão crescendo, como tivemos ocasião de alertar em 14 de Outubro. Antes, em Agosto, tínhamos falado de quando as coisas correm mal.

Passado todo este tempo, até de riquezas construídas ou a construir, ter-se-à esgotado o dinheiro para tapar buracos, para as coisas de que os munícipes são vítimas.

Hoje, os buracos lá continuam risonhos, gozam até certo ponto da protecção municipal, que não só NÃO os tapa como contribui para o desenvolvimento que sustenta oficinas. 



Todas as fotos são de hoje

Gratos estarão os reparadores de viaturas. E se começarmos a pedir indemnizações?

Sintra não merece isto. 

Sintra precisa de um Sintrense que faça obras e só depois fale em continuidade. 



sábado, 12 de novembro de 2016

NATAL E SEUS MERCADOS...MUNIQUE JÁ TEM A ÁRVORE

A organização de grandes eventos populares não pode ser uma qualquer aventura, sem preocupações atempadas e planeamento para que tudo funcione.

Aliás, o desenvolvimento económico das sociedades não passa por fantasias, nem por populismos serôdios, mas por estruturas adequadas que respondam à sociedade. 

Abordámos o tema em 2014 tal como também o referimos em 2015, porque aliando os efeitos na economia à participação do povo, ao povo que fala, todos ganhamos.

Receamos, com tristeza face ao que vemos e sabemos, que os responsáveis ainda não terão visto que os Mercados de Natal tirarão pessoas do ar das grandes superfícies. 

Só por isso, os Mercados de Natal serão úteis à sociedade, mais ainda se pequenos comerciantes puderem arrecadar umas economias para o resto do ano. 

Porventura já alguém ouviu falar de Mercados de Natal para este ano?

Weiler-Simmerberg ofereceu a árvore de Natal de Munique

Hoje, dia chuvoso, a Marienplatz já tem a árvore de Natal e alguns stands

Neste ano de 2016 coube a honra de oferecer a árvore de Natal ao Município de Weiler-Simmerberg que, por isso, utilizará o pátio interior da Rathaus de Munique.

Weiler-Simmerberg é um pequeno e belo município, entre montanhas, fazendo fronteira com a Austria. A sua área é cerca de metade da União de Freguesias de Sintra.

A população não atinge os 10.000 habitantes.

Por aqui se vê como na Baviera se respeitam as populações, os seus municípios independentemente do tamanho e se fomenta a Honra participativa. 

Sem necessidade de populismos, de anúncios fora de tempo, sem cultos de personalidade ou ambições pouco ajustáveis à participação democrática das populações.

Como seria bom se aprendêssemos.

 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

SINTRA: "POLO", CENTROS DE SAÚDE E ABRUNHEIRA NORTE

Um Polo que será mais uma prestação de serviço de camas

Devemos confessar que já não nos interessam as afirmações que o actual presidente da Câmara de Sintra profere, quer sobre saúde quer sobre algumas outras matérias.

Os entusiastas teimam em chamar hospital ao que o Ministro da Saúde, misericordioso e humanista, diria que "não é um novo hospital", depois doirando a pílula em Cascais.

Na prática, a alusão a "camas" e "não internamentos" diz-nos que o "Polo" será uma Urgência Básica melhorada (sem camas para os doentes atendidos) mas um prestador de serviço de camas ao Amadora/Sintra, aliviando-o em pré e post ocupações.

É isto que os sintrenses esperam há dezenas de anos? O segundo maior concelho populacional do País, com uma área tremenda, assim servir os seus residentes?

Acabemos de uma vez por toda com populismos...

Retenhamos algo que parece positivo: - O actual Ministro da Saúde estará empenhado e desejoso de resolver os graves problemas sintrenses ligados à assistência médica, não tanto com este Polo mas com Centros de Saúde diversificados.

É obrigação dos políticos locais avaliarem as carências e, concomitantemente, checarem os vários elementos em jogo, nomeadamente ouvindo as populações.  

Centro de Saúde de Sintra a quem deve servir?

É natural que a quem reside próximo. Actualmente a maior parte dos Utentes residirá longe das actuais instalações e as anunciadas redundarão em mais incómodos.

Saberá o senhor presidente da Câmara que muitos residentes no Sul do território foram inscritos no Centro de Saúde da Várzea por não terem vaga em Sintra?

Imaginará Sua Excelência que os utentes possuem carro com motorista, sem saber que há utentes usando autocarro até Mem Martins e depois o comboio até Sintra?

Terá sido Sua Excelência sensibilizado para as necessidades logísticas de acesso a um Centro de Saúde e como adaptará as respostas à circulação no local?


"Centro de Saúde" nesta massa cinzenta, com uma placa central e sem acesso 

Acresce que, se os habitantes da zona Sul tiverem um Centro de Saúde mais próximo, este acabará por ficar reduzido significativamente no número de utentes. 

Centro de Saúde do SNS na Abrunheira

O Plano de Pormenor da Abrunheira Norte (PPAN) na fase final, parecia vir a contemplar a construção de um Centro de Saúde na Abrunheira, respondendo à população residente a Sul, que vive perto da Vila mas tão longe por falta de transportes. 

Poderia envolver, com vantagens, residentes na Abrunheira, Manique de Cima, Ranholas, Linhó, Beloura a zonas de Albarraque, bem como franjas de Mem Martins. 

A ser assim, seriam drasticamente reduzidos os Inscritos no Centro de Saúde de Sintra, bem como no da Várzea para onde foram encaminhadas muitas inscrições. 

Isto deve ser pensado antes de eleitoralismos, uma vez que a futura localização do novo Centro em Sintra (a confirmar-se) complicará a acessibilidade dos doentes.

Felizmente temos confiança e consideração pelo Vereador com este Pelouro, facto que poderá garantir soluções adequadas, independentemente de eleitoralismos alheios. 

Plano de Pormenor da Abrunheira Norte (PPAN)

O vetusto PPAN, que há dois anos flutua sem uma decisão final adequada aos interesses sintrenses, previa além do acima referido Centro do SNS "uma clínica com vocação mista para internamentos e ambulatório", privada evidentemente.

Além disso, o PPAN - se devidamente estruturado - poderá ser um relevante centro de desenvolvimento de Sintra, logístico com plataforma rodoviária, boas instalações hoteleiras com estruturas desportivas e um grande Centro de Congressos.

É pouco entendível que, face à caterva de Planos, Projectos, Isto e Aquilo que enxameiam as notícias desde há dois ou três meses para cá, do PPAN nada se saiba.

O Plano de Pormenor da Abrunheira Norte, outra bandeira quase populista, teve tantas palavras e promessas associadas quando foi ressuscitado e até agora...NADA.

Esperamos que Sua Excelência não o inclua na bolsa de realizações a cumprir caso venha a ter um novo mandato por estas bandas.

Como Sintra precisa de um Sintrense que a conheça bem e a ela se dedique.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

SINTRA...HOSPITAL E A NOSSA "SORTE" COM POLÍTICOS...

A notícia pode ter caído como uma bomba de fragmentação e é susceptível de causar danos colaterais nessas personalidades que por aí andam muito agitadas, quando o bom senso e as cautelas (tal como os caldos de galinha) deviam ponderar.

Não vamos falar como afinal foi fácil, num estalar de dedos, mais 2 (dois) Hospitais para Sintra, um que já era e serve parcialmente e outro que na propaganda usa os nomes de "Hospital" e "Polo" ou vice-versa, causando a natural baralhação qualitativa.

Deixaremos que os profissionais do humorismo, talvez mesmo do humor negro, se encarreguem de explorar até à exaustão a súbita veia realizadora sintrense, desde há uns três meses, depois de passados três anos sem resoluções dos grandes problemas.

Nem apreciaremos como deve ser visto politicamente que um Ministro em tempo de discussão do Orçamento Geral do Estado...logo esteja decisor da criação do dito Hospital em Sintra e da alteração do nome de outro, com mais um piso a ser construído.

O que vamos precisar é de ser o Senhor Ministro da Saúde a anunciar o que vai fazer  ou um seu porta-voz que não será, estamos convictos, o presidente da Câmara Municipal de Sintra. Ou será que agora as posições se inverteram?

É destes políticos que devemos gostar?

Em Dezembro de 2014, o presidente da Câmara de Sintra a propósito do "intolerável" caos nas urgência do Hospital Fernando da Fonseca, lamentava que o Ministério da Saúde ainda não tivesse assinado o protocolo para quatro novos centros de saúde. 

Na ocasião, admitia a necessidade (que se esbateu) de "um hospital de rectaguarda". 

Em Março de 2016, quando o Hospital Fernando da Fonseca passou a dispor da Viatura Médica de Emergência (VMER) o presidente da CM de Sintra "aguardava" que fosse possível a construção de centros de saúde, principalmente em Agualva e Queluz.

O súbito despertar para um Hospital em Sintra, com tudo na nuvem, faz recear que estejamos perante pouco aceitáveis manobras eleitorais. Vejamos, até, porquê:

Um facebookiano socialista, por sinal presidente de uma junta de freguesia e, ao que se admite (pelo que se lê...) próximo ou em vias de o desejar ser do presidente, comentava, muito recentemente, a propósito de se reclamar um hospital para Sintra:
"Falar num hospital para Sintra quando deixámos a rede de cuidados primários chegar ao estado a que chegou não é sequer sério do ponto de vista intelectual" 8.10.2016
"Não faz parte dos projectos dos políticos porque é neste momento absolutamente inviável olhando à rede de hospitais que rodeiam o concelho. (...)." 8.10.2016
"O PS não prometeu o que sabia não ir cumprir. Neste momento o foco e a preocupação é em recuperar o atraso nas infraestruturas da rede de cuidados primários". 8.10.2016
A uma sugestão de se pressionar o Ministro da Saúde: "Mas pressionar como? Para quê? Para lhe pedir um hospital que depois ele não tem como preencher de recursos? Para ele construir um hospital que perdeu o seu sentido com Loures e Cascais?  
Pela nossa parte, ficamos boquiabertos tendo em conta - ou admitindo - que quem dá as boas notícias e quem faz os comentários manterão frequentes contactos em reuniões de cariz político onde, por certo, estas matérias são discutidas.

Só falta o "lançamento" de mais uma pedra...e o local ser cercado de bandeiras para chamar mais a atenção. Que desolação.

Será que haverá algum desespero por causa da oposição?




Nota: Até ao momento, ainda não nos apercebemos que os órgãos de informação tenham procurado saber, junto do Ministro da Saúde, pormenores sobre este anúncio, datas previsíveis para estudos, concursos, arranque de obras e entradas em funcionamento.

domingo, 6 de novembro de 2016

YELLOWSTONE...A NOSSA VIAGEM DESTE DOMINGO...

A nossa viagem de hoje será mais longa mas isso é coisa que até dá alegria e prazer. É preciso escolhermos a companhia certa, aquela que gostaríamos de ter ao nosso lado. 

Vamos até Yellowstone, depois de termos passado por Las Vegas e aproveitado as múltiplas ofertas que esse mundo louco nos oferece.

Com Sol aberto, a temperatura rondará entre 8 e 0 graus, o que é muito agradável. 

O Parque de Yellowstone tem uma área próxima dos 9.000 quilómetros quadrados e abrange três Estados Norte-Americanos: Wyoming, Montana e Idaho.

É o mais antigo parque natural do mundo e um exemplo na protecção da natureza. 

Praticamente, todo o parque é um vulcão adormecido. Em Yellowstone a terra fervilha, os géisers sucedem-se, as lamas vulcânicas assombram-nos.


Se em Yellowstone sentimos o medo das erupções, por seu turno podemos ver imagens de um mundo quase irreal que nos chama desde as entranhas da terra. 



E temos paisagens...


A vida animal está bem patente neste bisonte que caminha direito a nós...


Poderemos ainda descontrair passeando nestes belos cavalos 


O dia está a acabar, mas antes passaremos pelo Grand Canyon de Yellowstone...


E veremos o géiser Old Faithful numa das suas violentas erupções

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O géiser Old Faithful 

Voltaremos às belas paisagens...


E, junto ao grande lago, apreciaremos este belo pôr-do-sol.


O regresso faremos por Denver, para estarmos por cá umas quinze horas depois. 

Boa Viagem e grato pela companhia. 


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

SINTRA: POLÍTICOS SINTRENSES? AFINAL TEMOS...

Resposta às nossas preocupações?

Como é sabido, temos defendido "Um sintrense para Sintra" não por uma qualquer birra mas por precisarmos de quem nos conheça, nos oiça e resolva os problemas.

Mal seria se, entre quase 400 mil habitantes, não existissem pessoas capazes de nos governar, de nos escutar, de saberem abrir portas sem esperar que lhas abram.

Sentimos que podemos ter razão, nomeadamente por aparentes distracções que vão surgindo, certamente enquadradas em projectos atinentes às próximas eleições. 

Hoje em dia, as redes sociais, ambicionadas por políticos para propaganda pessoal, são um relevante contributo para aferirmos do estilo e qualidades de muitos políticos.

Tenhamos em conta que a alternância dos chapéus cada vez mais se ajusta às qualidades dos intervenientes, pois as cabeças e caras são imutáveis. 

Para dizer que o regresso de uma feira com tradições gerou tão ampla satisfação política e colectiva que motivou encómios apoiantes da nossa visão de "Um sintrense".

Num texto com 378 palavras, um facebookiano que também é autarca, dá-nos uma lição do que é agradecer, tal como nos deixa "graças" e valores assinalados.

Ficámos a saber que um não sintrense (Basílio Horta) "percebeu que o desenvolvimento de uma terra também pode partir das suas tradições". "Percebeu" e ainda bem. 

Por seu turno, um sintrense (Rui Pereira) "é um homem extraordinário com uma visão única. De energia inquebrantável  e com capacidade de liderança imbatível".

Podemos pensar - pelo escrito - que numa escala de 1 a 10...deveria haver uma pontuação de 11...ajudando a compreender as dificuldades em nomes de igual valia.  

Apesar disso, face à empenhada citação de pessoas cuja gratidão deve ser reconhecida, ficará mal ao nosso futuro político e autárquico se não repescarmos algumas.

Perante um turbilhão de virtudes - arriscaríamos dizer um vulcão expelindo potenciais candidatos - só nos pode regozijar a confiança no futuro com "Um sintrense".

Claro está que, entre um político que "percebeu" e outro, ainda por cima sintrense, "com uma visão única" e "capacidade de liderança imbatível" o que devemos escolher?

E, como nestas coisa da política, devemos ser audazes, não será o autor do texto merecedor do devido apreço e valorização pela coragem de tais palavras?

Já temos nomes. Já temos umas cadeiras com sinais de rotação. Agora esperemos. 

Parece termos resposta: - "Um sintrense para Sintra é mesmo o caminho". 



Em complemento:

A Junta de Freguesia Local, numa feliz realização Institucional, divulgou algumas imagens do evento num vídeo acessível através do seu site.

No vídeo, talvez ajustado às mais modernas técnicas de marketing político, a componente determinante (O Povo) passa muda...sem registo de palavras para história futura.

Ou seja, numa peça Institucional do Poder Local, a peça com 5 minutos e 48 segundos concede ao seu Povo 3 minutos e 31 segundos "fantásticos" sem que a voz nos soe. 

Felizmente, num peculiar assomo de Cultura que alguém agradecerá, "A cabritinha", com voz de Quim  Barreiros, ocupou os últimos 2 minutos e 17 segundos do vídeo.