sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

SINTRA 2007/2011 - 1546 DIAS À ESPERA DO FONTANÁRIO

1546 dias à espera...mas nada!!!

É inacreditável! É uma vergonha para Sintra! É o espelho do que temos!

Chegámos ao final de 2011 sem que o fontanário manuelino tenha sido reposto no seu devido lugar: - Largo Afonso Albuquerque, na Estefânia, Sintra.

Recordemos a peça que faz parte da riqueza histórica de Sintra, do nosso património, tão falado por alguns mas que não passam de ridículas palavras de circunstância:

Foto também centenária, talvez do acto inaugural do fontanário

Não nos vamos calar e continuaremos a contar os dias...

Também o Jornal de Sintra, na edição do passado dia 16, sob o título "A fonte centenária continua em parte incerta", deu conhecimento de terem chegado ao jornal "algumas inquietações e até angústias pelo desvio deste patrimonio (...)".

A peça jornalística ao não referir terem existido dois tempos, o do roubo da parte superior (que terá sido comunicado à Polícia Judiciária)  e a posterior retirada das cubas e peanha por parte de serviços municipais, pode ter iludido muitos leitores. 

A notícia do JS não destaca preocupações da Junta (um Serviço da República!) relacionadas com a estrutura retirada do local, alegadamente para recuperação.

Os esclarecimentos do Presidente da Junta de Santa Maria divulgados pelo JS desviam - na sua totalidade - as responsabilidades para a Polícia Judiciária, fazendo recear que se pretenda ocultar o ocorrido com as partes não roubadas.

A Junta e a Câmara Municipal terão de prestar informações sobre o fontanário, onde se encontra, fase da recuperação e quando será recolocada no local a parte original.

Ao contrário do que o JS deixa entreaberto, não queremos uma cópia.

Pelas imprecisões pouco admissíveis, escrevi ao Jornal de Sintra o seguinte:

"No Jornal de Sintra do passado dia 16 do corrente, página 4, esse Jornal aborda a preocupação existente sobre a fonte centenária que foi retirada do Largo Afonso Albuquerque.

Desde há vários meses que, no meu blogue http://retalhos-de-sintra.blogspot.com/2011/11/sintra-20072011-1516-dias-espera-do.html, tenho vindo a contar os dias desde a retirada da fonte, sem que os responsáveis autárquicos manifestem - no mínimo - a responsabilidade de esclarecer os munícipes sobre o que se passa.

Ora, independentemente da acuidade da peça jornalística, as preocupações foram conduzidas, de forma ínvia, para outro patamar de responsabilidades, alijando as correspondentes às autarquias envolvidas: Câmara Municipal de Sintra e Junta de Freguesia de Santa Maria e São Miguel.

Como se sabe, o roubo envolveu apenas a parte superior da fonte,  pelo que só essa terá sido objecto de queixa às auroridades.

O que ficou no local (pedestal e cubas) foi poucos dias depois retirado por serviços camarários, certamente depois de ordem ou autorização nesse sentido. Rapidamente o chão foi pavimentado.

A Junta de Freguesia, pelas responsabilidades territoriais, deveria ser a primeira entidade a estar ávida de saber desse património, não só o roubado mas, especialmente, o que ficou, exigindo a sua rápida recuperação e recolocação.

Quando a Junta de Freguesia de Santa Maria e São Miguel chama à colação o saudoso Amigo de Sintra de seu nome José António Pinto Vasques, está a desviar-se das obrigações que tem em apurar do local onde se encontra o que restou e como está a sua recuperação.

Se a Junta não sabia, deveria estar a par da retirada daquela peça histórica do seu território que constituía um bem público do qual se deveria honrar, pela história e pelo património.

O teor da Vossa peça, certamente sem ser essa a intenção, acaba por veicular para a Polícia Judiciária as responsabilidades por um todo, quando apenas foi roubada uma parte. Que se saiba, por agora...

Mas será que a Junta não sabe o que se passou com a parte restante do fontanário? E da Câmara quem assume a responsabilidade por ter mandado retirá-lo?

Neste quadro, nesta triste realidade do que é o poder local ligado pela Dedicação, o que é exigível saber é onde pára a estrutura que foi retirada pelos serviços camarários, alegadamente para recuperação, e que, passados mais de 1500 dias, não voltou ao local.

As informações prestadas e apelo à participação dos munícipes não pode passar de fait divers como facilmente se conclui, nomeadamente pela ausência de uma posição durante os últimos quatro anos."

Em resposta, o JS deu conhecimento de ter reencaminhado o meu escrito "para a Junta de Freguesia de Sta. Maria e S. Miguel e para o GAMA - Gabinete de Apoio ao Munícipe, a fim de tomarem conhecimento do seu conteúdo".

É esta a situação a que Sintra chegou, o desencanto rotulado de "Dedicação".



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PASSOS COELHO PODIA TER-NOS EVITADO O ENXOVALHO

Curvarmo-nos aos que se julgam poderosos, em vez de respeito gera enxovalhos.

Sempre que o Primeiro-Ministro diz qualquer coisa, olho sempre em redor para confirmar se não anda mosca por perto. Criei esse hábito…pois quando diz algo doirado, salta o medo pelo que virá a seguir.

Passo Coelho tem estado longe das qualidades exigíveis a quem governe um País. Diz coisas pouco consentâneas com o que seria expectável num político, promovendo incertezas sobre a vida de um povo.

Seria estultícia a citação das várias mentiras eleitorais a que deu ares de verdade.

Um Primeiro-Ministro está obrigado a prevenir a boa imagem dos portugueses.

Respeitar os habitantes deste País e a sua gloriosa história é o mínimo que se pode exigir a um Primeiro-Ministro. E a uns tantos que o rodeiam.

A ligeireza, para não dizer falta de senso, com que Passos Coelho sugeriu a professores que abalassem para o estrangeiro em busca do que por cá não lhes procura satisfazer, é uma ignóbil e inadmissível provocação social.

As respostas, tão rápidas, ofenderam-nos a todos: O Governo brasileiro (Dilma Rousseff esquecida do que por cá disse em Março) respondeu que não estava “importando” professores. Angola que garantia colocação e futuro mas aos seus.

A inabilidade do Senhor Passos Coelho, talvez a simbiose de curvaturas perante políticos estrangeiros com o estilo pseudo desenvolto e bem penteadinho, tê-lo-á convencido de que – à falta de empenho nas soluções internas do País – seriam os lá de fora a criar postos de trabalho e a desenvolverem a (nossa) economia.

Passos Coelho definiu a classe média e os reformados como os estratos sociais a abater – e conseguiu-o – fazendo inverter a pirâmide a favor dos que acumulam subsídios, isenções e fugas aos impostos e ao trabalho.

O PM abre-nos a cova e ainda nos ameaça em cada dia com piores condições de vida, aplicando medidas de desigualdade sobre quem trabalha e produz.

Não admira que, perante práticas de índole caridosa em vez de postos de trabalho, o regime se vá agravando para níveis altamente preocupantes.

Por reflexo das (más) políticas seguidas, a perseguição à classe média leva-a a restrições responsáveis na natalidade, desequilibrando o aspecto demográfico, já que não tem correspondência nos que são mantidos com os sacrifícios da classe média.

Está o Senhor Primeiro-Ministro a dar passos muito perigosos para o nosso futuro colectivo, porque aos enxovalhos da sua governação não correspondem medidas para responsabilizar quem ganhou e contribuiu para a crise actual.

Que ousadia a de Passos Coelho aparecer agora a falar em “sociedade de confiança” quando foi precisamente ele que a quebrou ao desrespeitar o que – para captar votos – prometeu em campanha aos portugueses.


domingo, 25 de dezembro de 2011

CURIOSIDADES...

Um Presépio de Natal...mas sem Gaspar!

Museu da Baviera, Munique, Alemanha


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

PAI NATAL...VÍTIMA DA CRISE

Não foi agora. Foi há uns anos que observei atentamente o dia de um Pai Natal.

Para quem é utente dos comboios e passa pela estação do Rossio, direi que a seguir àqueles dois lanços de escada da Calçada do Carmo havia uma porta velha e suja, penso que entrada para uma residencial. Foi nessa escada que encontrei o Pai Natal.

O choque foi imenso apesar dos meus talvez cinquenta anos. Talvez porque nos anos da guerra o Pai Natal era o único sonho de uma criança, talvez por momentos antes ter visto o mesmo Pai Natal a passear entre  a Rua Primeiro de Dezembro e a Praça D. Pedro IV rodeado de criança, envolvendo-as numa onda de alegria. Daí ter escrito...

COMO MUDASTE, PAI NATAL...

Pobre Pai Natal
Que estavas naquela escada escura,
suja e de passagem rápida.

Escada de pensão de zero estrelas,
com corpos sujos rápidos
na passagem.

Era a hora do almoço
para quantos ainda conseguem
comer, no meio da fome. E vi-te!

Não digas que é mentira!
Tinhas tirado as barbas
que nunca foram brancas,
nem no fabrico.

Teu corpo magro, sentado
Num primeiro degrau
E rosto sem sorriso.

Num pequeno tacho de alumínio
Trazias o magro almoço,
já tão frio.

ARREPIANTE!

Não digas que é mentira!
Comias em sorvos largos
para rapidamente voltares
à rua das tuas crianças.


Ali, encostado ao lancil,
nada tinhas dos sonhos
que criaste em nossa infância.

Como eu sonhei com Pai Natal
gordo. Cheio de fartura,
rodeado de amor e de riqueza.

Foste o final da minha ilusão,
Pano de um palco, rasgado
A quem foi tão inocente.

Deixei de te ver como nos sonhos,
Passei a ver-te, triste, como gente.


In "Em pedaços vos digo"


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

SINTRA E ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

OS ESFORÇOS PARA DEBELAR A CRISE...

Recebi o e-mail onde uma jovem se indignava pelo Orçamento da Assembleia da República para 2012 destinar 42.522,00 euros a uma Associação dos Ex-Deputados. Comentava: “Cortes? Só para alguns”!!!
Antes que ficasse obcecada com tal verba, notei-lhe a tão meritória gente da Associação. Tentei acalmá-la dizendo que só para um 2º. relvado sintético (inaugurado há dias) a Câmara Municipal de Sintra tinha comparticipado com 140.000 euros. E que ao mesmo clube, em 28.1.2009, deu um “apoio financeiro” de 200.000 euros…
Não desarmou e, respondendo, manifestou o seu desagrado pela “Casa da Democracia” (palavras dela) ir pagar 14.510.941,00 euros como Subvenção aos Partidos e Forças Politicas Representadas, sem que alguns “revolucionários” recebedores contestassem.
Voltei a animá-la, informando que, dia 22, na Assembleia Municipal de Sintra, serão votados mais dois empréstimos bancários de 25 e 8 milhões de euros, ou seja, mais do dobro da verba anterior, agravando a já elevada dívida camarária.
“Então a Troika não responsabiliza ninguém? Só exige cortes nos ordenados?” ripostou-me ela, talvez julgando que eu estava feito com o poder constituído, com esses políticos deprimentes que aconselham os filhos de um país a…abandoná-lo.
Resolvi, então, usar a mesma táctica do Primeiro-Ministro, isto é, faltar à verdade, o que é bem diferente de mentir. Que a Troika não era omnipresente e tinha dado instruções para os tribunais julgarem os culpados pela situação que vivemos.
Para remate, resolvi pregar-lhe outra peta de mestre: "Em 2015 os nossos salários e pensões serão nivelados pela média da Europa".
Receio que o Primeiro-Ministro venha a dizer o mesmo na campanha eleitoral desse ano.
Assim vamos debelando a crise...

domingo, 18 de dezembro de 2011

BOM NATAL PARA TODOS...

Hoje, por ser domingo, contrario o hábito de apresentar “CURIOSIDADES” para saudar, com amizade, todos os meus Amigos.

Os sentimentos que nos unem, mesmo com visões divergentes, serão sempre determinantes para o objectivo comum de uma Pátria mais próspera e digna da sua história.

video

Contem comigo,

Fernando Castelo  

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

“UM PASSO ATRÁS PARA DAR DOIS À FRENTE” ?

A expressão “os portugueses sabem…” passou a ser a marca dos enganos.

O Presidente da República, incentivando à adivinhação, vai um pouco mais longe e garante que “os portugueses sabem bem aquilo que eu penso (…)”.

O Primeiro-Ministro, que nos vendeu gato por lebre, salta como gato sobre as brasas governativas e dá meias respostas com “os portugueses sabem…”.

Alguns deputados da maioria, engolidos pela frase emblemática, superam as dificuldades dialécticas com um autêntico foguetório de “os portugueses sabem…”.

Nenhum diz saber para onde foi o nosso dinheiro, culpados e beneficiados.

Os portugueses sabem o quê?

Que a coragem governativa assenta na perseguição aos que vivem dos seus rendimentos de trabalho ou de pensões adquiridas com décadas de descontos.

Que a veia empresarial do Primeiro-Ministro corre para os patrões, oferecendo-lhes duplas reduções nos salários – directa e por mais horas de trabalho – despedimentos fáceis e indemnizações drasticamente reduzidas.

Que Passos Coelho chegou a Primeiro-Ministro por erros de expressão na língua pátria: - O que prometeu e dizia não fazer foi exactamente o que fez.

Este pequeno excerto (clique, p.f.) ajudará a conhecê-lo. Num vulgar dicionário encontram-se vários epítetos ajustáveis.

Que passos faltarão ainda a Passos?

À facilidade com que mete as mãos nos bolsos dos que trabalham, não correspondem medidas de combate à economia paralela, onde encontraria fortunas cujos detentores, muitas vezes, estão isentos de impostos…por falta de meios de subsistência!

As penalizações previstas para quem precise de aceder a cuidados médicos atiram para as calendas os direitos constitucionais e voltam a atingir os mesmos que tiveram reduções salariais e cortes nos subsídios.

No entanto, no sector público autárquico, os endividamentos sucedem-se sem que sejam conhecidas medidas punitivas para os esbanjadores dos dinheiros públicos.

Passos e Gaspar, outra vez Coimbra e Finanças na vida dos portugueses, fazem recordar outros tempos e são um mau presságio para o nosso futuro colectivo.

A frente de luta de Passos e Gaspar é outra. Não abarca estímulos à produção interna nem limita importações, porque isso prejudicaria os poderosos da Europa.

A meta desses Senhores, pelo que se vai vendo, aponta para a subversão da Constituição, ajustando-a aos poucos até alterar o regime. O limite para o deficit é uma pequena gazua para amanhã falar no excesso de liberdades e depois limitar as estruturas democráticas que os contestam, nomeadamente as sindicais.

De Passos em passos, a pretexto da Troika, assim se faz um golpe constitucional.

Prometer para 2015 o fim dos sacrifícios, mais do que malabarice é uma pinoquice.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

SINTRA DOS MILHÕES…MAS O QUE É ISTO? *

Casa das Selecções! Um puzzle…

“A Câmara (de Sintra) ficou de nos dar uma contrapartida financeira de dois milhões e meio de euros no arranque das obras (…) sem essa contrapartida financeira nós não arrancávamos com as obras”, palavras certeiras de Gilberto Madaíl em vésperas de eleições na Federação Portuguesa de Futebol.

Num acordo celebrado em 1999 foram cedidos à FPF, por 90 anos, 95.000 metros quadrados de terreno (30.000 da CMS e 65.000 da Junta de Almargem do Bispo), prevendo que a CMSintra fizesse as obras de acessibilidade.

Mesmo assim, a Câmara, magnânima nestas coisas do futebol, celebrou em 2006 um contrato-programa para apoio financeiro de 3,5 milhões de euros (ver DN de 27.9.2009).

Uns dias antes das Autárquicas de 2009, o executivo da Junta, por terem decorrido 10 anos sem obras, pretendia a reversão da parcela de 65.000 m2. Estranhamente, a sua própria maioria na Assembleia de Freguesia chumbou a pretensão, falando-se na altura em pressões externas…

O presidente da Junta, eleito nas listas da Coligação Mais Sintra, tinha sido preterido para o acto eleitoral de 2009, dando lugar a outro candidato da mesma Coligação, por sinal futebolista convidado pelo presidente da Câmara…e que não logrou vencer.

E na Câmara? Um Vereador da Coligação Mais Sintra (agora também é director de futebol de um clube lisboeta) passou a ser responsável pela Casa das Selecções...

Neste quadro, quando os votos para os órgãos da Federação se posicionavam – numa lista aparecia um nome Fernando Seara – Madaíl serviu a frio a promessa não cumprida pela Câmara de Sintra, isto é, lembrou os milhões que não entraram na FPF.

Mas o que é isto? O dinheiro dos munícipes metido no meio do futebol? Financiamentos e interesses cruzados?

A Federação de Futebol, cujas remunerações e prémios nem vale a pena citar, ainda contou com o prestimoso compromisso da Câmara de Sintra para – com o dinheiro dos nossos impostos – lhe dar uma “contrapartida financeira” de milhões.

O contrato-programa ainda não foi cumprido (o que não admira) mas só o facto de se contratualizar a saída desse dinheiro, mostra até onde vão os interesses.

Sintra, ao longo dos últimos anos, tem mostrado carências estruturais que afectam o seu desenvolvimento. O desemprego aumenta. O concelho parou no tempo. Mesmo assim o passivo é enorme e pergunta-se: PARA ONDE TEM IDO O DINHEIRO?.

Até quando Sintra gastará dinheiro desta forma?



(*) Na Sessão de Câmara de 23.11. foi decidido submeter a deliberação da Assembleia Municipal a solicitação de condições para uma linha de crédito até 25.000.000 de euros, por três anos.

Também foi autorizada a HPEM a contratar um empréstimo de 2.000.000 de euros para reestruturação do endividamento bancário de curto prazo da Empresa.



domingo, 11 de dezembro de 2011

CURIOSIDADES...

Castelo de Montezuma, um monumento muito especial...

Castelo de Montezuma, Arizona, USA

Declarado Monumento Nacional em 1906, o Castelo de Montezuma foi habitado por cerca de 50 índios da tribo Sinagua.


domingo, 4 de dezembro de 2011

CURIOSIDADES...

Quatro mulheres formidáveis, com outras formas de vidas...

Conheci-a na zona histórica de Sukhothai. Com 85 anos de idade, teve 15 filhos.

Aborígene malaya, conheci-a porque saiu da floresta, onde vive, para ver uma árvore que caiu sobre a estrada para Cameron Highlands.

Membro da tribo Karen.O colar metálico pesa mais de 3 quilos.

Vive na floresta e acaba de andar 6 quilómetros para chegar à tribo em festa, perto da fronteira da Birmânia (Myanmar) com a Tailândia. O colar protege contra o ataque das panteras.